sábado, maio 31, 2008

Glauber Rocha nunca morreu



31/05/2008 - 13h00 - Atualizado em 31/05/2008 - 13h01

Filha de Glauber diz que polêmica com Casseta ‘foi ótima para vender DVDs’


hahaha adoreiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
Como achar que Glauber foi nada?
Influenciou Bernardo Bertolucci, Martin Scorsese, Roman Polanski, Rainer Fassbinder, Pier Paolo Pasolini e o cinema novo brasileiro. Além da televisão. Ele inovou na Tv.
Alguém ai viu o filme do pintor Di Cavalcanti?




Mais Glauber aqui



Só a mediocridade pensa assim. Não suportam o sucesso dos outros. Tom Jobim já dizia que brasileiro não suporta sucesso. Pobre Tom, morreu com sucesso internacional e triste. Lembram da polêmica da publicidade com a música: "Águas de março"?


A obstinação fez o escritor


Paulo Coelho na mira de fotógrafos no festival de Cannes. Foto:
Jeff Christensen/Reuters
Copiei do Estadão.



Vejam a pose da figura. E tem uma voz insuportável. Como faz tanto sucesso? Diz o que as pessoas querem ouvir? Ou foi o pacto com o diabo que o fez o 'Mago'.

Eu não gosto do que ele escreve, passei os olhos num dos primeiros livros e detestei, mas o respeito, como se deve respeitar a todos- é mérito e direito dele o que construiu. Li, agorinha, que era obstinado com a idéia de ser conhecido mundialmente. Acho que me falta obstinação. Ou seria desejo? O Contardo Calligaris diz que viu em mim uma escritora, que tenho tudo para ser uma, e o desejo de. Preciso sair da toca. Onde está o caminho?

Leiam sobre o livro do Fernando Moraes.
Que os deuses me ajudem a encontrar um caminho.




"SÃO PAULO - Fernando Morais pretendia dar o título Em Carne Viva à sua biografia do escritor Paulo Coelho - seria uma decisão apropriada, uma vez que das mais de 600 páginas resultantes de três anos de pesquisas surgiu o perfil de um homem complexo, revelado sem nenhuma concessão ou mesmo piedade. O problema é que Carne Viva é o título do último romance de Paulo Francis, recentemente lançado pela editora Francis. A solução foi batizar a biografia de O Mago e assim ela chega neste sábado, 31, às livrarias sob a chancela da editora Planeta do Brasil (632 páginas, R$ 60), que promove um esquema monstro de lançamento: são 100 mil exemplares na primeira remessa, além de promessa de tradução para 40 países."


Veja também:

linkDiários de Paulo Coelho mudaram a biografia, conta Morais

linkCrítica no Brasil desaprova obra de Paulo Coelho

linkLeia trechos de O Mago

linkFernando Morais comenta a biografia de Paulo Coelho som

linkGaleria de fotos com momentos da vida do escritor mais imagens

linkEscritor é homenageado com caneta de luxo e nome de rua na Espanha

link'Analistas financeiros são mais esotéricos que Nostradamus', diz Paulo Coelho

linkEscritor emplaca dois livros na lista de best-sellers do NYT

"...mi alma no se contenta con haberla perdido"

Eu cantei estas últimas semanas, e ainda canto, sem voz,( calou):
"Eu sei que vou te amar"...

Eu chorei sem saber porquê. Me senti mal, pensei que fosse morrer. Precisei parar a aula de francês, pedir água, enquanto uma angústia me consumia. Na volta para casa chorei no carro sozinha. De tarde, desmarquei o que tinha para fazer e deitei.
Chorei e dormi. Dei uma parada, no meu rítmo acelerado, sentia que se continuasse ansiosa, sem saber porquê, morreria.
Mas eu não morri, só por dentro, uma parte, a outra contínua fazendo tudo que tem que fazer.

Ontem foi aniversário de Luc, meu filho mais velho, fez 20 anos. Teve festinha aqui até quase duas horas, uma moçada bonita e saudável. Fiquei contente por ele.
Chorei ao acordar de manhã pensando que o dia em que ele nasceu foi um dos mais felizes, senão o mais da minha vida, e que, agora, vivo os dias mais tristes da minha vida. E peço aos deuses que protejam meus filhos- arrimos. Gracias a la vida por me ha dado hijos.



Vinte Poemas de Amor
(Se você não lê em espanhol, leia aqui a tradução)
Poema 20

PUEDO ESCRIBIR LOS VERSOS...

Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Escribir, por ejemplo: "La noche está estrellada,
y tiritan, azules, los astros, a lo lejos".

El viento de la noche gira en el cielo y canta.

Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Yo la quise, y a veces ella también me quiso.

En las noches como ésta la tuve entre mis brazos.
La besé tantas veces bajo el cielo infinito.

Ella me quiso, a veces yo también la queria.
Como no haber amado sus grandes ojos fijos.

Puedo escribir los versos más tristes esta noche.
Pensar que no la tengo. Sentir que la he perdido.

Oir la noche inmensa, más inmensa sin ella.
Y el verso cae al alma como al pasto el rocio.

Qué importa que mi amor no pudiera guardarla.
La noche está estrellada y ella no está conmigo.

Eso és todo. A lo lejos alguien canta. A lo lejos.
Mi alma no se contenta con haberla perdido.

Como para acercarla mi mirada la busca.
Mi corazón la busca, y ella no está conmigo.

La misma noche que hace blanquear los mismos árboles.
Nosotros, los de entonces, ya no somos los mismos.

Ya no la quiero, es cierto, pero cuanto la quise.
Mi voz buscaba el viento para tocar su oído.

De otro. Será de otro. Como antes de mis besos.
Su voz, su cuerpo claro. Sus ojos infinitos.

Ya no la quiero, es cierto, pero tal vez la quiero.
Es tan corto el amor, y es tan largo el olvido.

Porque en noches como ésta la tuve entre mis brazos,
mi alma no se contenta con haberla perdido.
Aunque éste sea el último dolor que ella me causa,
y éstos sean los últimos versos que yo le escribo.



ou aqui:

Posso escrever os versos mais tristes esta noite

Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Escrever, por exemplo: “A noite está estrelada,
e tiritam, azuis, os astros, ao longe”.
O vento da noite gira no céu e canta.
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Eu o quis, e às vezes ele também me quis...
Em noites como esta eu o tive entre os meus braços.
O beijei tantas vezes debaixo o céu infinito.
Ele me quis, às vezes eu também o queria.
Como não ter amado os seus grandes olhos fixos.
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Pensar que não o tenho. Sentir que o perdi.
Ouvir a noite imensa, mais imensa sem ele.
E o verso cai na alma como no pasto o orvalho.
Que importa que o meu amor não pudesse guardá-lo.
A noite está estrelada e ele não está comigo.
Isso é tudo. Ao longe alguém canta. Ao longe.
Minha alma não se contenta com tê-lo perdido.
Como que para aproximá-lo meu olhar o procura.
Meu coração o procura, e ele não está comigo.
A mesma noite que faz branquear as mesmas árvores.
Nós, os de então, já não somos os mesmos.
Já não o quero, é verdade, mas quanto o quis.
Minha voz procurava o vento para tocar o seu ouvido.
De outra. Será de outra. Como antes dos meus beijos.
Sua voz, seu corpo claro. Seus olhos infinitos.
Já não o quero, é verdade, mas talvez o queira.
É tão curto o amor, e é tão longe o esquecimento.
Porque em noites como esta eu o tive entre os meus braços,
minha alma não se contenta com tê-lo perdido.

Ainda que esta seja a última dor que ele me causa,
e estes sejam os últimos versos que lhe escrevo.

[Pablo Neruda]

Viva Niemeyer! Fantástico!



Viva Niemeyer! .
Eles eram amigos.
Difícil parar a memória.

quinta-feira, maio 29, 2008

As células tronco e a política



Acabo de ver Soninha e Stephan Nercessian juntos numa propaganda do PPS. Gosto dela, é séria e ele, se não mudou, é gente finíssima. Era meu amigo há trocentos anos- década de 70. Engraçadíssimo, me fazia rir de cair. Era menino e tinha idéias socialistas. Depois a Camila A. nos afastou, morria de ciúmes, e não havia absolutamente nada entre nós, namorou uma amiga, que já estava casada quando ele estava com a Camila. Conheci a família, gente boa, alegres. A mãe, uma cearense, era porreta. O cunhado era cineasta, faziam filmes em família. Lembram de "Marcelo zona sul" de Xavier de Oliveira?






Por seis votos a cinco, STF aprova pesquisas com células-tronco embrionárias

Mayana Zatz é mulher de valor e bonita, não acham?


Eu gosto desta música uma das poucas coisas que gosto da novela das oito. Lembra muito Bosco, mas é Gonzaguinha.

Quando é preciso recomeçar a viver



Há sempre um caminho, vago caminho.



Uma planta sobreviverá.




E um pôr-do-sol estará no horizonte em algum lugar.

Vi, estes dias, uma lua cor de laranja em forma de taça, sobre nuvens escuras- imagem inesquecível.
Acho que nunca mais cantarei esta música.
A partir de ontem minha vida mudou, minha referência amorosa se foi. Continuará em mim para sempre.
Hoje na aula de yoga fizemos um exercício onde plantávamos(com gestos de oferenda) algo que havíamos recebido. Caiu como uma luva em mim. Chorei pra cacete, mas sai leve e bem. Ele foi cremado, pensei nisto também, me despedi.

quarta-feira, maio 28, 2008

Adeus, meu querido



Ele morreu quarta- feira passada, aos 61 anos, teve duas paradas cardíacas durante uma cirurgia no intestino. Era a quinta cirurgia, eu acho, perdi a conta. Não se queixava nunca- foi em paz, eu sei. Falava da morte com tranquilidade. E eu sobreviverei, num outro momento não suportaria. Nos conhecemos adolescentes. A vida nos afastou, depois de 90, me protegeu. Em setembro tivemos um encontro, a última lembrança- o olhar amoroso dele as mãos ternas.
Cantei " Eu sei que vou te amar" sem parar nas últimas semanas- ele deve ter ouvido.
Obrigada, meu querido.

Em mim nunca morrerá. Não posso ouvir esta música agora, mas é o que sinto.


Pedaço de Mim

Chico Buarque

Composição: Chico Buarque

Oh, pedaço de mim
Oh, metade afastada de mim
Leva o teu olhar
Que a saudade é o pior tormento
É pior do que o esquecimento
É pior do que se entrevar

Oh, pedaço de mim
Oh, metade exilada de mim
Leva os teus sinais
Que a saudade dói como um barco
Que aos poucos descreve um arco
E evita atracar no cais

Oh, pedaço de mim
Oh, metade arrancada de mim
Leva o vulto teu
Que a saudade é o revés de um parto
A saudade é arrumar o quarto
Do filho que já morreu

Oh, pedaço de mim
Oh, metade amputada de mim
Leva o que há de ti
Que a saudade dói latejada
É assim como uma fisgada
No membro que já perdi

Oh, pedaço de mim
Oh, metade adorada de mim
Lava os olhos meus
Que a saudade é o pior castigo
E eu não quero levar comigo
A mortalha do amor
Adeus

terça-feira, maio 27, 2008

Mafaldita no Japão e eu na via Costeira




Mafalda é meu desenho preferido. Eu a amo. Curti muito os livrinhos dela, quando não havia em português e depois comprei o livrão vermelho- adoro. Me identifico com a figura. Até meu cabelo lembrava, era assim grandão. Era, não é mais.
Eu tinha um livro grande de desenhos de Quino, com charges diversas, ganhei de um argentino que se encantou por mim lá atrás, final de 70, nem lembro d nome dele, eu não me encantei. Emprestei o lvro, jamais me devolveram. Outro dia procurei feito doida o livro "Quando Nietzsche chorou". Nada. Emprestei para alguém que não devolveu e nem sei mais para quem. Quem poderia ser não é, talvez o irmão que rompeu comigo... jamais devolverá, já deve ter largado num canto qualquer. Tudo bem, vocês pensam, uma bobagem, compra-se outro, mas estava com uma dedicatória linda de uma ex cliente- dizia coisas tão boas para uma analista, nada babaca, mas falava da importância do nosso encontro, estas coisas. Não lembro mais.
Juro que nunca mais empresto livro com dedicatória, jamais.
Os do Raduan nunca sairam daqui. Nem do Chico, óbvio. Compro novo e dou, já fiz isto.
Tenho um com dedicatória da Lia Luft, que não gosto,acho que vou doar aqui. :) e um da Adélia Prado , que não amo também, um dia faço um sorteio entre os leitores, quem quiser... prefiro Adélia que Lia, longe.
O do C. tb tem dedicatória tão boa que jamais sairá, ele estava inspirado e generoso comigo uauuuuuuuu
E a do Drummond:
"Sabe quanta ternura cabe em um abraço, Elianne?
Receba o meu e conte.
Carlos"

Uauuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu a mais bela de todas.
E o príncipe hoje perguntou como eu estou. Oh! que lindo. Tão gentil este francês. Inimaginável. Peça raríssima. A.A. está se dando bem. hihihi
feliz ela, que saiba valorizar e muito.
Eu quero ser feliz também e vou ser. Na análise chorei ao lembrar um ex analista querido, eu me sentia aceita incondicionalmente por ele. Me fez bem enorme. Nilza Rocha também me fez tanto bem. Agora tenho dúvidas, receio. Depois de chorar pensando nos amores incondicionais- isto é amar- eu atendi e fiquei super bem. Então parou a chuva e eu vim cantando músicas de Tom Jobim pela via Costeira escura. Vim mais devagar curtindo a noite fresquinha. Coisa rara.
Não havia lua, mas eu estava feliz- fico feliz quando trabalho. Sou peça rara, gosto de trabalhar. Sempre fiz o que gosto, eu sei.
Desculpem os erros estou com um sono danado. Boa noite! Bom dia!

segunda-feira, maio 26, 2008

"Tu sais je vais t'aimer"...


Henri Salvador

Quem canta a canção* em português com ele? Lembra Gilberto Gil, mas não sei...
Henri morreu em fevereiro, faz pouco tempo. Entrem no link do nome dele acima.


Estes dias pensei em Tom Jobim porque o ouvi bastante, mas sonhei com Chico Buarque. Um sonho erótico
Uauuuuuuuu
Nos encontramos num evento, não sei de que, e logo depois estávamos na cama fazendo sexo. Mas não fazíamos amor, era sexo. Engraçado que no sonho eu sabia isto. Não havia intimidade e eu não era apaixonada por ele hihihi
Eu não sou apaixonada pelo Chico, sou encantada.
Estes dias Beth S contou que sonhou com o De Niro. Eu havia sonhado com Zé Simão- que me lia no início do blog e fez altos elogios a mim :), gosto muito do Simão, me faz rir mesmo na tristeza-
e com o Olivier- ele estava fazendo um empreendimento luxuoso e eu seria sócia hahaha
Muita maluquice. Li sobre outros sonhos com famosos por ai. Fiquei pensando o por quê e acho que é por estarmos todos de certa forma próximos no virtual. Sabe o lance do grau 6? Eu conheço fulano que conhece cicrano, que conhece o Chico, ou o De Niro... vai por ai. Este mundo é pequeno, mesmo. Ou a sensação de proximidade por sabê-lo ali no Leblon, basta ir até lá, esperar, sei lá... tem maluco que deve fazer isto. Mas no Rio quase nunca se perturba os artistas. Por que vocês acham que eles adoram viver ali? Podem circular em paz.
Eu choro ao ouvir "Eu sei que vou te amar" e toca na novela das sete- quando aparece a Regiane Alves e o Edson Celulari- o casal convence. Lembro d meu amor, aquele que mais me amou. E o personagem ama tanto a Joana... eu já fui uma Joana. Onde me perdi? Me sinto velha para tentar amar de novo, tenho receio de cansar, perder minha paz. Ah! difícil não perder a paz.
Acho que invisto nos homens equivocados, ando aprendendo, na marra, ou desistindo? Não sei...

E a gatinha, tão novinha... está no cio. Ela veio para cá em fevereiro e era muito pequenininha, ainda é pequena. Ai que sufoco- geme de tesão. Vou esperar para fazer cirurgia. E o 'Seinfeld', que foi castrado, tem tesão por ela. O veterinário disse que há algo errado... lá vou eu de novo na Clínica, foram eles que o operaram- esta semana passada fomos 2 vezes. Como eu ia imaginar que a gatinha tão pequena gemia de tesão? Pensei que fosse de dor. hihihi ai ai
O veterinário, novinho, cheio de papo comigo, interessado em psicanálise. Pois é... jovencito. Onde estão os homens daqui? Tirando os casados e feios- barrigudos, os italianos baixo nivel, sobram os jovens e os gays. É isto.


Tu sais je vais t'aimer (Eu sei que vou te amar)*


Henri Salvador

Composição: Tom Jobim / Vinícius de Moraes / Versão: Georges Moustake

Tu sais, je vai t'aimer
Même sans ta présence, je vais t'aimer
Même sans espérance, je vais t'aimer
Tous les jours de ma vie
Dans mes poèmes, je t'écrirai:
"C'est toi que j'aime, c'est toi que j'aimerai
Tous les jours de ma vie"
Tu sais, je vais pleurer
Quand tu t'éloigneras, je vais pleurer
Mais tu me reviendras et j'oublierai
La douleur de mes nuits
Tu sais, je souffrirai
A chaque instant d'attente, je souffrirai
Mais quand tu seras là, je renaîtrai
Tous les jours de ma vie

Eu sei que vou te amar
Por toda minha vida eu vou te amar
Em cada despedida eu vou te amar
Desesperadamente
Eu sei que vou te amar
E cada verso meu será
Pra te dizer que eu sei que vou te amar
Por toda minha vida
Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que esta ausência tua me causou
Eu sei que vou sofrer
A eterna desventura de viver
A espera de viver ao lado teu
Por toda minha vida

Agridoce




Agridoce


Poderia escrever versos infames
Jamais escritos por um amante
Falar do desprezo pela sua figura fria
Dizer que te esqueci ao adormecer naquela noite estranha
Mas, no oposto da paixão, posso te cantar um verso
Um lamento com vivo semblante
Naquele tempo de amor fake
Ganhei cotas de esperança
Te desejo o mesmo

domingo, maio 25, 2008

O Brasil em Cannes. Viva!



A atriz Sandra Corveloni levou o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes (Foto: Daniela Thomas/Divulgação)

"Apesar de ser seu primeiro trabalho no cinema, ela desbancou atrizes como Angelina Jolie, que concorria pelo longa "The exchange", Arta Dobroshi, do elogiado "O silêncio de Lorna", e Catherine Deneuve, que ficou com um prêmio especial pelo conjunto da obra."

sábado, maio 24, 2008

Une belle chanson



J'adore cette chanson, elle m’a beaucoup émeus.(ou ému? je ne sais pas)
ai ai
ce n'est pas facile
(émeus émeus émeut émouvons émouvez émeuvent)
ai meus sais...
j'aime beaucoup Marvin Gaye, il était une voix tendre et triste.
Arrête, Laura. Je suis fatigué, parce que je ne sais pas les mots de la langue française. :)
Ulalá
Ouçam a música, é belíssima e não me canso de ouvir, mas dói lembrar a historia dele.

sexta-feira, maio 23, 2008

Je ne sais pas...




Fico chocada, ainda, e revoltada com vandalismo. Ontem vi que a estátua de Drummond foi lesada. Putz, ainda bem que está morto para não ver.
Eu amava Drummond, não como um amante, mas por ser homem amoroso e gentil. Era de uma delicadeza impar- ele e o nosso príncipe Olivier. Ulalá. Gosto de repetir que ainda há exceções, homens delicados- sem serem gays. Conhecem a piada do cara especial, que toda mulher deseja, mas gay? Pois é...
Drummond parecia incapaz de uma indelicadeza, estaria triste vendo isto, não que acreditasse no bom homem, nada disto, mas pela gratuidade do gesto- a agressão pura e simples. Eu acredito que sempre há um componente social nestes atos, posso estar enganada, me iludindo. Mas penso que se tivéssemos uma sociedade com menos desigualdades seríamos menos violentos. Ou não? Mas não acredito que sejamos todos naturalmente bons, com Rousseau pensava.
Não sei mais nada...
Aqui há um comportamento que eu não consigo me habituar- as pessoas não se cumprimentam.
Algumas vezes têm dificuldade em te responder. Ah! porque eu dou: Bom dia! para todos, sou assim, desde sempre, meus filhos também. Dizem que o povo é inibido. Não acho resposta que justifique. Continuo me irritando com gente que passa por mim e não me cumprimenta, numa recepção, num corredor do prédio, etc. Seriam arrogantes? Detesto gente arrogante. Mas é papo para outro post. Cansei.
Ando atacada de tendinite, tenho dirigido bastante um Fiat velhote e tenho me exercitado pouco- menos tempo e piscina suja. Pode? não tem dia certo para limpar. Fico irritada quando quero descer e não dá. A escada tem um degrau quebrado também. Hoje vi o preço numa loja: 26 reais. Quase comprei e mandei pra síndica de presente. As pessoas não reclamam. Como pode isto?
Acho que é falta de conhecimento dos seus direitos, só pode. Ou seria alienação, falta de vontade de melhorar? Ninguém se queixa, ai eu sou a chata, a carioca chata. Conheço meus direitos. E o preço do condomínio é alto.

Ah! vocês acreditam que aqui em Natal no s´bado passado às dez hs da matina, houve um arrastão na pça principal da cidade? Pça Cívica. Triste isto. Muito trite.
E o terremoto? ai quanta tristeza, chega.


Viram o leilão das jóias de D. Lili Marinho? uauuuuuuuuuuuu, milhões de reais. E o da neta do Onassis? Uauuuuuuuuuuuuuu mais ainda.
pois é...a família Marinho ficará grata à lucidez de D Lili que em vida faz a partilha. A neta de Onassis nunca deu bola para os milhões, casou com um brasileiro, gosta de cavalos, é moça de gostos simples. Pena a história trágica- a mãe aos 30 e poucos anos foi encontrada morta numa banheira, o tio também morreu de forma trágica num acidente, o avô logo depois... Cristina, a mãe cometeu suicídio? Parece.
Fiquei sabendo algumas destas coisas lendo uma revista num consultório de dentista. E vi também que o filho do Pitanguy casou, o Helcius. Ufa! O rapaz não é gay, não, viu?
Quanta bobagem!

Perdoem o mau humor, hoje me irritei na rua com as pessoas, há dias em que... enfim, escolhi viver aqui, não é? agüente agora ou volte, não é o que pensam os que odeiam quando eu reclamo. Je sais. ...
Aproveitando:
je sais, tu sais, il sait, nous savons, vous savez, ils savent
:)

quinta-feira, maio 22, 2008

A beleza do Che e o filme...




Não sou fissurada pelo Rodrigo Santoro- acho um bom ator, boa gente, e muito desvalorizado aqui na terrinha. A mídia o subestima, debocha, detesto isto.
Irá longe, é corajoso e persistente. E bonito. Não vejo nada extraordinário, lembra muito um ex namorado meu, F Bento, que é um gatão, mas prefiro o Marlon Brando hohoho Quem não? As jovencitas. :)
Ele faz Raul Castro no filme "Che".
Não achei o trailer, mas estas imagens acima.
Do diretor acho que o filme que mais gostei foi "Sexo, Mentiras e Videotape". Vi o que a 'linda mulher' trabalha, da advogada, não gostei, e devo ter visto 'Traffic', não lembro, o que mais? sei lá...Não confio em americano falando sobre "Che". Mas vou ver cheia de boa vontade, gosto do Benício Del Toro.
Também não acho graça nenhuma na 'linda mulher', sou do contra. hohoho
Gostei do "Diário de uma motocicleta", vocês viram?






Gostei deste vídeo, achei ao acaso, agora. Che era belíssimo, em todos os sentidos, óbvio. Que pena a morte trágica dele! Me dói. Vejam que fotos bonitas.



Li aqui um comentário que simpatizei.
Não sei quem é o autor. Sorry a ignorância.


Não é um luxo o Rodrigo no tapete vermelho? Sorte para o rapaz!


quarta-feira, maio 21, 2008

Mini conto: Rubro/Sem revisão



Rubro


Desde que ele voltou, eu o observo de longe. Ele parece não perceber.
Chegou numa tarde sem avisar. "Avisar, pra quê? Você não sai de casa!"
Me deu um beijo no rosto, disse que me enganei olhando firme nos meus olhos:
"Você esperou mais do que eu poderia te dar, minha cara".
E foi entrando corredor adentro, me calando.
Deixou os livros na mesa do computador. O maço de cigarros largara na mesinha da sala, enquanto me contava dos dias fora.
Não consigo olhar nos seus olhos. Não quero que veja o que sinto. Ele prefere assim, eu sei.
"Não me venha com cobranças, sabia muito bem quem eu era".
Claro, intuia, agora sei mais do que desejava.
Esta noite dirá que está exausto pelo fuso horário, pelos dias agitados- frenéticos, disse. Quis perguntar por que o frenesi, mas não me ouviria.
Ele não percebeu que cortei os cabelos e emagreci 3 quilos. Um dia ele dirá, levantando os olhos do jornal, no café da manhã:
"Ficou bom este tom carmim nos seus cabelos, mas você sabe que eu o prefiro natural".
Eu pensarei, mas não direi: "Ah! é? Daqui pra frente será mais rubro, verás."

PS: Não dei para revisarem, quem quiser corrigir é bem-vindo :)

terça-feira, maio 20, 2008

O que fala, mente




O tema da aula e da análise hoje: O que fala, mente. Inconsciente, ato falho- fala do Outro...
Não lembro a frase do Lacan, algo como:
'ce qu'on dit ment', é isto?
ai Lacan... mas está certo.
Não sei bem a tradução da frase em francês, 'ce qu'on dit ment', vou perguntar para a professora hoje. Suponho que seja algo como 'Este que fala, mente', ou por ai, isto que falamos é mentira, sei lá. Eu entendi assim.
Depois fomos para Platão e Lacan- banquete, maravilha de texto sobre transferência. Tema que eu gosto muito. Ai uma moça me pediu algo aqui e esqueci, sobre psicose... ando zonza, tanta coisa...o óculos não está correto, falta ajustar, acho que fico zonza por isto.
Falta comprar carne, a geladeira não tem carne, só massas. Tudo eu, tudo eu :)

Ou o que dizemos é mentira e o que vivemos é farsa.
Ai a colega diz:
-Mas como se eu sofro tanto na análise, se é tudo mentira?

Somos todos uma bando de farsantes sem sabermos, porque nos levamos a sério hohoho
O meu amigo lacaniano vive dizendo isto, é tudo ilusão, e é.


Corre corre hoje.
Fui levar as solicitações de ultrassonografia para autorizar lá no Centro da cidade, com pressa- tinha encontro com o cara da ótica para ajustar o óculos novo. Mas peguei umas folhas mais velhas- eu não faço sempre, só quando acho que devo fazer
hohoho
Amanhã deveria fazer 4 ultrassonografias, não vou mais correr, vou adiar. Coisa boba- tendinite, eu sei que tenho. Os médicos
de hoje... são um saco. Uma é porque sinto algo engasgado hohoho
E não estou engasgada desde o início do ano?
Acho que depois que o otorrino olhou e disse que está tudo limpinho na laringe, relaxei e melhorei. Lembro do sofrimento do meu querido Freud, tadinho, é de doer.
Eu disse:
- É emocional, estou engasgada.
Tão simpático o médico- a classe médica é a mais bem informada que encontrei aqui- aliás, ele é catarinense, acho. Médicos viajam bastante, têm que fazer curso no Rio e S P. São agradáveis- raras exceções.
Fui fazer acupuntura pelas dores- tendinites, o médico pediu exames de tudo. Que saco! Eles devem ganhar comissão, só pode.
Eu louca para colocar logo as agulhas- adoro as agulhadas :)
Enfim, dia corrido e a sensação de que sou uma farsa e tudo é invenção minha, viu? hohoho

Vou dormir. Amanhã de manhã tenho aula de francês, o desejo virtual mais forte hohoho

E me senti gratificada no consultório, um cliente está super bem, melhorou muito. Eu sou ótima terapeuta- não sei se analista, mas todos vivem melhor. E me agradecem muito, sempre foi assim.Tirando alguns ossos duros de roer, sempre tive sucesso. Pena trabalhar tão pouco.
Pois é, os médicos não mandam. Se eu fosse gatinha e ... mas deixa pra lá. Nunca fui interesseira, não sei ser.

Ah! eu fiz um conto onde namoro o Tom Jobim, parece real. Ai ai
fiquei enamorada pelo Tom, se é para ter um amor virtual... pode ser o Tom, ou o Chico Buarque, ou quem mais? sei lá... quem merece o amor da Laura, que não existe hohoho

ai ai estou feliz hoje, gosto quando fico assim, cínica.
Tem uma lua linda lá fora, vim cantando pela via Costeira- a lua estava alta, não me acompanhou hoje.

"Nada além de uma ilusão..." Ouça aqui.

"É então, nessa situação de impossibilidade do sujeito de expressar na língua que está à sua disposição aquilo que possa dar conta de um Real que o atormenta, que o analisante busca, na relação de alteridade que estabelece com o analista, condições em que possa criar, fazer com a língua, através do erro, das falhas do seu próprio dizer. São nas condições de erro, na fala, que vai irromper o sujeito, condições essas que vão permitir a reconstrução de sua história, a simbolização desse Real. Lacan vai nos dizer, ao final do Seminário 2, que o erro não ocorre sem uma causa, embora não seja intencional.

Nesse sentido, na literatura, Joyce se apresenta como o autor que mais radicalizou ao criar na linguagem, tanto no eixo sintático como no semântico, subvertendo os códigos lingüísticos. Ainda que tenha agido intencionalmente - não fora numa situação de fala, numa relação de transferência, mas de linguagem escrita - também Joyce não fugiria a um determinismo imaginário ao tecer sua história.Aos 17 anos Lacan já sabia disso, quando encontrou Joyce, ao freqüentar a casa de Adrienne Monnier, em Paris. Aos vinte anos assistiu à primeira leitura da tradução francesa de Ulysses. É provável que tenha sido bastante influenciado por Joyce, que já procurasse ouvir Joyce "sem saber". Como afirmou, são os acasos que nos atiram à direita e à esquerda e é com eles que fazemos - porque somos nós que o tecemos como tal - nosso destino. Com eles fazemos o nosso destino porque falamos. Acreditamos dizer o que queremos, mas é o que quiseram os outros, mais particularmente a nossa família que nos fala. (...) Nós somos falados, e por isso, fazemos dos acasos que nos impelem algo de urdido. E, com efeito, há uma trama - chamamos a isso nosso destino. De modo que não foi seguramente por acaso, embora seja difícil reencontrar o fio, que encontrei Joyce, em Paris quando ele ali estava, por mais algum tempo ainda(...). "

Daqui. A aula começou com este trecho citado.

segunda-feira, maio 19, 2008

Gente que inova



Vocês viram o homem grávido?
Acho estas coisas fascinantes. Enfrentam todos com galhardia e mexem com todo o estabelecido. Sorte para eles/elas.
Como tem gente que se choca? Acha bizarro? Eu, hein... ele tem útero, quer ter um filho, direito dele.
Leiam na Beth S.

Images d'un Flâneur à Paris




Vejam aqui, volta a moda do cabelo crespo- acho difícil pegar no Brasil. Todas as moças querem ser iguais, uma pena. Algumas ficam feias no cabelo liso demais. Enfim, cada faz o que quer.
Ah! eu usei muitooo, cabelo crespo, armado, era bonito, mas sei que espantei muitos com ele. Fazia um estilo que chamava atenção e assustava- demorei a ver isto.

domingo, maio 18, 2008

Pelé e Xuxa



Recebi do meu querido amigo Paulo, que me manda estas jóias.
:)
Sorriam, é para sorrir.

sábado, maio 17, 2008

Consegui colocar o gif!

Seinfeld Elaine George



Merci Jôka, foi a segunda vez que me ensinou. Eu esqueço, esqueço senha, esqueço que me cadastrei hihihi caduquice, não liguem. Coisas demais para lembrar.

Eu amo o Seinfeld porque me dá muita alegria. Queria comprar o álbum, mas achei meio carinho, tenho outras prioridades. E, me conheço, é difícil ver vídeos.
Estes dias vi uns filminhos: o do Jack Nicholson e o Freeman. Não gostei apesar de gostar dos dois atores, estorinha fraca, Dai já havia dito. Concordo.
Vi também, "Pele" com Nicole Kidman, sei lá, acho que não gosto dela, o único filme que vi e gostei foi o da Virginia Woolf, onde ela está irreconhecível. Desconfio que não gosto da expressão dela- ela é linda, mas me incomoda muito, não sei explicar, tem um ar de gente que não confio.
A historia é baseada na biografia de Diane Arbus, de quem eu gosto muito, mas achei esquisitíssimo tudo. Ok, ela só fotografou esquisitices, mas o filme exagera. Aquele marido passivo demais, aquele homem cabeludo... Tá, é para mostrar que o bizarro também é humano, Ok, mas porque ela o raspa e ai, sim transa? Eu hein? E deixou o cara se matar daquela forma, assistindo? É? 'I don't believe'. Tá bom, ela se matou também, mas mesmo assim...Nicole consegue passar a insatisfação da personagem, só isso- talvez seja bastante e o filme é que seja ruim.
Não gostei achei chato, cansativo, e nada interessante. Algumas pessoas devem ter achado o máximo pela ousadia. Eu detestei. Diane Arbus odiaria, com certeza.
Este cara diz algo que senti.
Eu adorei O livro de cabeceira que é um filme um tanto estranho, mas interessantíssimo.






Meus textos iniciais do blog têm tantos erros de pontuação, principalmente. Teria que reescrevê-los, ou deixar assim para lembrar como eram. Ainda erro muito nos pontos e vírgulas- acho que na vida também é difícil colocar um ponto final, ou uma vírgula- peco ai.

"Só porque tenho por ele um apreço imenso"...





Ontem fui à uma boate, coisa que não fazia há anos. Um frio de lascar, uma escuridão... ai ai
não é meu ambiente preferido.
Cheio de belos jovens, eu era a mais velha, aposto hohoho
Enfim, fui para ver meu filhote de 20 anos tocar com sua banda.
Uauuuuuuuuuuu
eles estão afinados e Luc fez um solo que deixou a mãe orgulhosa. Ele está muito bem na guitarra.
Deixei os dois lá e voltei com a vizinha, super gente fina.


Uma sensação de que estou sendo lida por gente que eu não queria que estivesse aqui me incomoda.
Se eu me sentisse indesejada num lugar, jamais voltaria, não acham?
Mudar o blog? Estou pensando em deixar este para divulgar cultura e fazer outro diário- soltar a franga- e dar o endereço para os mais íntimos. O que vocês acham?


Amanheci com esta música no radinho subjetivo:
'Só porque tenho por ela
Um apreço imenso
Só porque tenho por ela
Um apreço imenso'
Adoro ver a novela das sete da Globo- "Beleza pura". Estou encantada pela menina que faz a Rakelly, é muito linda e está excelente no papel. Fico feliz em ver atores em papeis que fazem a diferença. O M Faria e a moça que faz o Matheus está ótima também. Humberto Martins faz um sujeito inseguro delicioso, antes canalha, agora se sensibilizando, ficando encantador. Gosto do buraquinho no queixo dele- meu ex tem. Meus filhos não têm.
Sem falar em Zezé Polessa que sempre dá show e outros do elenco. Estão muito bem, todos. Parabéns ao diretor.
Já a novela das oito... como disse Marina W. : 'uma novela com F Alexandra, M Gabriela e W Maia não poderia dar certo'.
Eu acrescentaria e com o A. Fagundes feio e vulgar. Ai, como grita, é insuportável, detesto o tom de voz dele ali. Ele vai suar pra sair deste personagem horroroso. Além de M Pêra com aquela voz pastosa. Meu deus que voz aquela?
Eu já a vi no teatro, é excelente atriz, todos sabemos. O personagem exige?
D. N. Brizola tinha uma voz assim- era alcoólatra, tinha pena. Mas na novela um personagem assim, irrita. Ela vivia dopada. Muito triste. Simpatizava com ela e ele- o velho Briza. Meu ex foi assessor do filho dele, eu ficava sabendo dos bastidores. Tudo tão maluco.




A moça que fez o eletro em mim repetiu duas vezes que eu não aparento a idade que tenho. O médico repetiu a mesma frase. O outro disse que eu sou jovem. Mas adianta?
Sim, eu me sinto melhor- a auto estima melhora, pero... tsc
eu quero maissssssssssss...
Queria voltar aos 30 e recomeçar tudo de novo, faria diferente, seria menos ansiosa, deixaria meu amor em paz. Acho que o assustei de tanto amor. Seria mais tranqüila. Mas teria tido os filhos maravilhosos?
Sinuca de bico :) só os tive porque a minha paixão se afastou de mim, me deu asas.
Escolhas... tentem acertar mais, viu?
Não me arrependo, mas queria ter tido mais com ele. O que tive me supre, me tira do deserto, imaginem se tivesse tido mais?
Uauuuuuu

Se você chegou até aqui lendo este post com interesse e você me quer bem, se candidate a ser leitor do próximo blog hihihi

Isto é um luxo



Eu não conheço a Flávia, só coloco aqui porque acho um luxo e gosto de sonhar com coisas requintadas de vez em quando. Recebo por e-mail estes convites, sempre.

Diga Não À Erotização Infantil













Diga Não À Erotização Infantil


Dia 18 de maio é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Mais aqui

sexta-feira, maio 16, 2008

Mônica e seus encantos


A linda Mônica, até chorando fica linda- a avó faleceu no dia de sua primeira apresentação. Ave!


Mônica Montone- a fina flor
- mandou avisar que estará na quarta-feira num espetáculo no Canequinho- Rio.
Cliquem na imagem e vejam os detalhes.
Ela é moça cheia de talentos e linda... E o namorado é o poeta Claufe Rodrigues, conhecido no Rio.
Vão conhecer.

Sol na Boca
21/05

com
Claufe Rodrigues e Mano Melo
convidados
Paulinho Moska, Elisa Lucinda, Geovana Pires, Chico Anysio

participaçãoMônica Montone & bandaSergio Serra, Di Lutgardes e Rodrigo Sebastian

Local: Canequinho Café (anexo ao Canecão Petrobras)
Av. Venceslau Brás, 215 – Botafogo
Tel.:(21) 2105 2000
Datas: 07,14, 21 e 28 de maio (quartas-feiras)
Horário: 21h30Ingresso: R$ 20,00

Olivier autografa livros na Cultura




Olivier avisa:

Dia 19 deste mês farei uma assinatura pública do meu livro na livraria Cultura do Conjunto Nacional de São Paulo.

Quanto ao espetáculo, são os últimos dois finais de semana da temporada, terminará dia 1 de Junho.

Salut!
Olivier Anquier

quinta-feira, maio 15, 2008

O homem menos estranho- L'uomo meno strano


Picasso



O homem menos estranho*

Pega o primeiro ônibus que pára no ponto, o vento corta seus lábios. Há dias não vê a rua, não quer.

O ônibus está abafado, mas gosta daquele cheiro de gente, tanto tempo não vê gente. Havia lugares vazios nos últimos bancos, escolhe o que tem o homem menos estranho e senta, perna encostada na perna do homem, nem viu a cara, não importa. A perna revestida de seda dá sensação de segunda pele, desliza, sente prazer em roçar disfarçadamente no estranho. Fecha os olhos, inspira o ar misto de cheiros. Final do dia, cada cheiro uma história, de olhos fechados adivinha que o homem ao lado tem mulher e filhos a espera.

Faz isto sempre, pega um ônibus qualquer, escolhe os dias cinzentos, aqueles que intui não suportará ficar tão só. Estar colada ao homem a esquenta, ele não se afasta, mas pressiona mais a coxa, coxa apertada contra coxa. Finge não sentir a mão que sobe pela sua perna, deixa que o homem a toque, se arrepia, não consegue se mexer, é preciso dizer não, abre os olhos, ele se aproxima e a beija violentamente, morde, machuca, ela não sente prazer, nem medo, apenas vida.


* Este conto é aquele que está no site italiano Domist num Progetto Letterario Internazionale. Foi selecionado num concurso de contos do domist.net e foi traduzido. Está lá em português e italiano.



L'uomo meno strano

Lei prende il primo bus che sosta in quella fermata, il vento le taglia le labbra. Da giorni non guarda la strada, non vuole.

Il bus è affollato ma le piace l’odore della gente, da tanto non vede nessuno. Ce n’erano dei posti vuoti in fondo, ma sceglie quello dove si trova l’uomo meno strano e si siede, la gamba sfiora quella dell’uomo, non lo guarda nemmeno in faccia, non importa.

La gamba vestita di seta le dà la sensazione di una seconda pelle, scivola, sente piacere nel toccare leggermente la gamba di quello strano, fingendo di sfiorarlo per caso.

Chiude gli occhi, ispira l’aria mescolata di odori.

Finale di giornata, ogni odore una storia, con gli occhi ancora chiusi, indovina che l’uomo al suo fianco ha moglie e figli che l’aspettano.

Fa sempre così, prende un autobus qualsiasi, sceglie le giornate più grigie, quelli in cui intuisce che non sopporterà stare da sola. Così vicina a quell’uomo si sente riscaldata, lui non si ritira anzi, fa pressione nella coscia, coscia aperta contro coscia. Finge di non sentire la mano che sale per la sua gamba, lascia che l’uomo la tocchi, rabbrividisce, non riesce muoversi, bisognerebbe dire di no, apre gli occhi, lui si avvicina e la bacia con violenza, morde, schiaccia, lei non sente piacere, né paura, si sente soltanto viva.

trad. Eliude Santana que o fez gentilmente.
Obrigada Eliude

Adendo em 2011: o conto não está mais no site. Mas valeu, ficou anos lá. Grazie.

Minha alma canta, vejo o Rio de Janeiro...



O Rio antigo com a minha música atual, a que toca no radinho subjetivo :)




Agora o Rio atual:



Estou sem tempo hoje, deleitem-se com as fotos.
Prefiro sem esta música, mas como não fui eu que fiz.
"Minha alma canta,
Vejo o Rio de Janeiro..."

quarta-feira, maio 14, 2008

Chega de saudade e otras cositas más...





Ontem ouvi várias versões de 'Chega de saudade', acabei o dia enamorada pelo Tom. Quem não se apaixonaria por ele?

Estive tão tensa estes dias, ansiosa, que hoje o corpo falou: Páre!
Me senti esquisita, a pressão subiu. Nada que um calmantezinho não resolvesse. Fiz eletro e cia e está tudo bem.
Perdi a tarde num centro médico, mas foi bom porque eu precisava fazer eletro, um clínico havia pedido.
Fiquei na minha hoje.

Sabe quando você fica com medo do olho grande dos outros? sei lá...
ai ai




"Eu gosto da Marina Silva e acho que demorou para sair do Governo, e como disse a Mani, ela parecia querer fazer a diferença. cansou, não é?




E olhem o que achei do Tom ontem:
Tom Jobim escreveu o texto abaixo para a o LP (sobre João Gilberto). Segue ele na íntegra.

João Gilberto é um baiano, "bossa-nova" de vinte e seis anos.

Em pouquíssimo tempo, influenciou toda uma geração de arranjadores, guitarristas, músicos e cantores. Nossa maior preocupação, neste "long-playing" foi que Joãozinho não fosse atrapalhado por arranjos que tirassem sua liberdade, sua natural agilidade, sua maneira pessoal e intransferível de ser, em suma, sua espontaneidade. Nos arranjos contidos neste "long-playing" Joãozinho participou ativamente; seus palpites, suas idéias, estão todas aí. Quando João Gilberto se acompanha, o violão é ele. Quando a orquestra o acompanha, a orquestra também é ele. João Gilberto não subestima a sensibilidade do povo.

Ele acredita, que há sempre lugar para uma coisa nova, diferente e pura que - embora à primeira vista não pareça - pode se tornar, como dizem na linguagem especializada: altamente comercial. Porque o povo compreende o Amor, as notas, a simplicidade e a sinceridade. Eu acredito em João Gilberto, porque ele é simples, sincero e extraordinariamente musical.

P. S. - Caymmi também acha".

Achei aqui no Fala vitrola.

terça-feira, maio 13, 2008

Brincando com o nu




Este cara, Spencer Tunick, americano, brinca com o nu, é um barato. Estas fotos foram feitas em Viena. Ele circula pelo mundo fazendo isto. Desconstruindo sobre o nu. Fez fotos em São Paulo, lembram? Imagino os paulistas, recatados, com seus corpos brancos, que nunca se expõe ao sol ou aos menos íntimos, nus em praça pública. Em Viena o mesmo. Experiência única. Para contar para os netos.
Eu teria vergonha. E você? Iria?
Vejam mais fotos aqui.


Betão, escreveu: "Laurinha faça conto para o concurso do Estadão". Eu já sabia, já contei pro César, que é contista, mas não me animei. Meio que de obrigação, tipo assim: "você tem que aproveitar a oportunidade", eu sentei e comecei um conto. Mas acho fraco, acho sem graça. Talvez, até, quem sabe, o pessoal do Estadão ache graça, mas eu não estou achando. Coisa que nunca me acontece. Ai, hoje resolvi que vou fazer outro. E fiquei matutando olhando para um gato e outro na minha cozinha apertada. Então descobri porque está difícil sair aos borbotões o tal conto. Eles pedem que se use a frase:
"Não quero mais esse negócio de você longe de mim."
E eu não estou neste clima.

Depois me lembrei dos contos que eu fiz para a revista "piauí", ali sim, eu fiz com gosto e eles nunca me deram bola, não gostaram. Mandava mais de um, tinha prazer em fazer. Desisti quando vi que os contos selecionados não tinham absolutamente nada a ver comigo- alguns eu achava horrorosos. Achei que estivessem de gozação conosco- os pobres mortais que pedem um espaço, numa revista com visibilidade, em busca de uma chance. Fiquei com raiva do pessoal da "piauí, é vero. Sou assim, meio raivosa, às vezes. C. me disse: "Ah! é vingativa, então"... Sou, não sei ser diferente. Nunca mais comprei a "piauí".
hihihi
É óbvio, que não faz diferença o que eu penso, é só para foro íntimo, não é? pois é... mas agora quero escrever um conto com uma frase encaixada e acho tudo muito bobo. Cá entre nós, esta frase:
"Não quero mais esse negócio de você longe de mim."
é bem boba também. Melosa. Ai eu me vejo com Tom, na janela do apê da Nascimento Silva 107, (eu morei no número 97), namorando Tom. Pode? E me sinto invasiva. Se fizer um conto onde o personagem é o Tom, vai ficar estranho, mas é só o que me vem na cabeça. O lindo rosto do Tom. E se eu não disser que é o Tom? Vou ver se consigo.
E hoje amanheci com dor de cabeça. Pior para escrever. De tarde tenho mil compromissos. Tenho que escrever agora.
Vou tentar. Chega de alugar vocês.

domingo, maio 11, 2008

As mulheres e seus direitos: ser ou não ser mãe





Feliz dia das mães às mães que aqui circulam. :)

Leiam aqui







Esta foto recebi num PPS, não sei de quem é, já conheço faz tempo. Impressionante, não é?

sábado, maio 10, 2008

A nostalgia da carioca



Demorei a entender a placa acima. A casa verde é uma clínica de olhos. Eu e Tom Jobim moramos na quadra anterior. Ali na esquina tem um bar fuleiro, onde Chico Buarque se reunia com o Aquiles, o Magro(do MPB4), para jogarem futebol.
Bons tempos aqueles. A gente os via ali, era natural, ninguém os chateava.
O dono deste bar matou o irmão do Pepê, lembram? História trágica, o irmão morreu assassinado ali, e o Pepê num acidente. A mãe perdeu dois filhos. Eu a conheci, era inteirinha, fazia ginástica na praia com o pessoal da terceira idade. O marido dela se chamava Danton, com meu filho. Um dia eu gritei na rua: "Páre Danton, cuidado com a esquina". Ele se voltou e disse que também era Danton. Ficaram amigos. Era avô de um menino amigo de Luc na Escola, nos encontrávamos na saída do colégio, quando eu tinha tempo para ir buscá-los. Ufa! minha vida era dura naquela época, muito dura.





Hoje amanheci com Insensatez na cabeça porque o Betão me mandou umemail falando do concurso de contos sobre Bossa nova. Só consigo pensar no Tom e num romance com ele.
Que coisa! Acho que vou tentar escrever algo, mas estou vendo que vai ser xaropada, com Tom, só muito amor e dengo. Assim que eu me vejo com ele. hihihi Pirei, podem dizer hohoho
Bom, ai fui consultar minha memória virtual- o Google- e achei este post. Quem quiser ler... alguns já leram, a vocês minhas desculpas pelo excesso de narcisismo.
Ufa! não estou me suportando estes dias: tristeza + ansiedade = irritação


No final de 90 quando saiu “ Ela é carioca” de Ruy Castro ganhei de uma ex cliente. Ali estão todos os personagens da cultura carioca da década de sessenta.
Carlos Scliar, Juarez Machado, Rudolf Hermanny ( meu professor de ginástica durante dez anos, homem sensível e charmoso), Mario Carneiro ( vizinho), Drummond, João Bosco, Franco Terranova(marchand,vizinho), César Thedin (arquiteto, ex marido de Tonia Carrero, amigo de Jean). Talvez pouco tenham em comum, estão lá no livro. Eu os conheci, alguns mais, outros menos, há um mundo de gente que conheci de vista, de esbarrar na praia, nos bares ou na ruas. Como Carlinhos Lira e a Kate, Scarlet Moon, Eduardo Mascarenhas (tínhamos consultório no mesmo prédio, o Top Center, na praia ele andava de sunguinha, como Gabeira, chocava os psi ortodoxos todos, namorava Cristiane Torlone, ex cliente), Leila Diniz, Tom Jobim, (freqüentava o bar Bofetada aos sábados, tomava chope com meu ex. Na última vez que o vi andava sozinho com certa dificuldade, estava de chapéu, entrou no restaurante Satiricon), Jabor (comia no Restaurante Natural, onde eu ia todos os dias em 70). Stepan Nercessian era meu amigo, freqüentava minha casa, dormia a sesta lá.
O livro me entristece, me dá uma nostalgia enorme, uma sensação de que cheguei tarde a festa.
Ruy Castro diz que a “república de Ipanema” acabou em 1970, exatamente o ano em que cheguei a Ipa, a minha percepção é esta. Mas e daí? E daí é que eu sinto isto em relação a vida e fica difícil então dizer : “e daí?”
Sabem aquela sensação de não estar incluída? De uma certa exclusão, não total, mas assim, assim, “so so”.
Eu não casei como todas as moças da minha geração, vivia a liberdade de uma mulher solteira numa cidade maravilhosa, mas ao mesmo tempo não estava na minha "tchurma", convivia com gente mais careta, a minha turma teria sido esta dos intelectuais, mas eu vivia entre psicólogos/as, ex alunas da PUC, moças comportadas, que viviam com as famílias. Eu morava só, vivia apaixonada, em êxtase ou na fossa, como a personagem do Jaguar, outro ipanemense.
Esta minha escolha pela paixão me fez perder muito. Ah! sim ganhei muito também, grandes amores, mas eu deixei de viver o dia a dia como aprendi a viver hoje, vivia a espera do amado. O trabalho me ajudou a não enlouquecer, sempre ajuda, podem crer, houve momentos e grande depressão, tristeza profunda e o trabalho me resgatou.
Não sei se por amor , covardia ou preguiça, mas deixei a vida passar sem planejar nada, uma coisa bem carioca talvez. Teria sido diferente se tivesse pelo menos pensado um pouco mais no futuro, mas não.
Agora é tentar resgatar o que for possível e viver intensamente porque já não há mais tanto tempo e a sensação de exclusão fica cada dia maior. Será que vou acabar num mosteiro? Não sei... quem sabe.




Site do Tom , cheio de músicas deliciosas.

Quem semeia vento, diz a razão...


João Gilberto e o filho Marcelo







"A insensatez que você fez Coração mais sem cuidado Fez chorar de dor o seu amor Um amor tão delicado..."


Eu adoro bossa nova, posso ouvir o dia todo. Esta música é uma das preferidas, acordei com ela no meu radinho subjetivo hoje.
Ouça:

Insensatez

Tom Jobim e Vinícius de Moraes

Ah!... insensatez que você fez
Coração mais sem cuidado
Fez chorar de dor o seu amor
Um amor tão delicado
Ah! Por que você foi fraco assim
Assim tão desalmado
Ah! Meu coração quem nunca amou
Não merece ser amado
Vai meu coração, ouve a razão
Usa só sinceridade
Quem semeia vento, diz a razão
Colhe sempre tempestade

Vai meu coração
Pede perdão, perdão apaixonado
Vai porque quem não pede perdão
Não é nunca perdoado




sexta-feira, maio 09, 2008

O inocente



Sessão de Cinema e Psicanálise


"O inocente"


Luchino Visconti


Dia 9 de maio, às 20:00 hs, na Aliança Francesa de Natal

Leia aqui ficha técnica do filme e o comentário do filme de Teresa Sampaio. Acho que vi faz tanto tempo que não lembro, lembro dela sensual. Vou ver de novo. Viscont fez filmes maravilhosos, era um esteta. É um dos diretores que eu gosto, claro.

A 'foto mais antiga do mundo'




Leiam aqui

quinta-feira, maio 08, 2008

Mãezinha do céu...




Minha cabeça anda a mil. Precisaria de mais tempo para fazer tudo que quero e preciso. Não tenho conseguido ficar à toa. Gosto de olhar o céu, vocês sabem.
Hoje consegui voltar à Yoga, ulalá. Demorei, quase não fui, mas consegui- agora matriculada é mais fácil.
Faço na UFRN, é legal e barato. Já estou me sentindo melhor, estava exausta, melhorei muito. Me energizei. A professora deu uns exercícios para, eu saquei. Acabou a aula com algo que detestei. Por que fazem isto, eu não sei. Acho que é ingenuidade. Ou não?
Colocou uma musiquinha, antes disse que não ouvíssemos com conotação religiosa. E toca uma musiquinha de minha
infância que diz assim, (acabo de achar- e pra encontrar... eu nem lembrava mais como era- deve ser bloqueio emocional hohoho):

"Mãezinha do Céu, eu não sei rezar
Eu só sei dizer que quero te amar
Azul é seu manto, branco é o seu véu
Mãezinha, eu quero te ver lá no Céu
Mãezinha, eu quero te ver lá no Céu..."



Eu não ouvia isto há 'seculo seculorum', desde a missa em latim, quando menina, é vero.
Odiava tudo que fosse da Igreja, mérito das freiras que me tratavam com muita indiferença. Aliás, indiferença é tema de uma música que achei hoje, vou colocar aqui em breve, gostei.
Uma vez uma das professoras do núcleo de Yoga colocou um CD que falava em perdão. Odeio estas coisas, tenho vontade de levantar e ir embora, fico p da vida, acho que aula de yoga deve ter muito silêncio, isto sim, nada de proselitismo.
Bah!
Aqui são muito religiosos, o programa preferido dos domingos é a missa. Tô fora. Deve ser por estas e outras que não me enturmo, não acham? hohoho
Só rindo.

PS: Só para esclarecer, eu gosto muito de Jesus Cristo e de Maria, assim como gosto de Gandhi e Madre Teresa de Calcutá ou Betinho. Não reverencio nenhum santo, não creio em santidades, mas gosto deles. Jesus e Maria me comovem às lágrimas, sou chorona, vocês sabem.