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sábado, fevereiro 13, 2010

Ele está voltando


Madonna estará no novo programa de Seinfeld


Eu amo o Seinfeld- tanto que meu gato tem este nome. Posso estar péssima que rio com ele. Que bom que teremos novidades.

"Os atores Alec Baldwin, Tina Fey e a estrela de "Desperate Housewives" Eva Longoria estão entre as participacões especiais no painel rotativo de famosos do "Árbitro matrimonial," que começa no dia 28 de fevereiro nos Estados Unidos na rede de TV NBC."

'O árbitro matrimonial' vai ao ar no dia 28 de fevereiro pela rede NBC.
Participação da estrela será gravada em Nova York na semana que vem.


Do G1

Mais aqui.

Lembram deste episódio? Lembra Woody Allen.

Aqui a série toda.

sábado, maio 17, 2008

Consegui colocar o gif!

Seinfeld Elaine George



Merci Jôka, foi a segunda vez que me ensinou. Eu esqueço, esqueço senha, esqueço que me cadastrei hihihi caduquice, não liguem. Coisas demais para lembrar.

Eu amo o Seinfeld porque me dá muita alegria. Queria comprar o álbum, mas achei meio carinho, tenho outras prioridades. E, me conheço, é difícil ver vídeos.
Estes dias vi uns filminhos: o do Jack Nicholson e o Freeman. Não gostei apesar de gostar dos dois atores, estorinha fraca, Dai já havia dito. Concordo.
Vi também, "Pele" com Nicole Kidman, sei lá, acho que não gosto dela, o único filme que vi e gostei foi o da Virginia Woolf, onde ela está irreconhecível. Desconfio que não gosto da expressão dela- ela é linda, mas me incomoda muito, não sei explicar, tem um ar de gente que não confio.
A historia é baseada na biografia de Diane Arbus, de quem eu gosto muito, mas achei esquisitíssimo tudo. Ok, ela só fotografou esquisitices, mas o filme exagera. Aquele marido passivo demais, aquele homem cabeludo... Tá, é para mostrar que o bizarro também é humano, Ok, mas porque ela o raspa e ai, sim transa? Eu hein? E deixou o cara se matar daquela forma, assistindo? É? 'I don't believe'. Tá bom, ela se matou também, mas mesmo assim...Nicole consegue passar a insatisfação da personagem, só isso- talvez seja bastante e o filme é que seja ruim.
Não gostei achei chato, cansativo, e nada interessante. Algumas pessoas devem ter achado o máximo pela ousadia. Eu detestei. Diane Arbus odiaria, com certeza.
Este cara diz algo que senti.
Eu adorei O livro de cabeceira que é um filme um tanto estranho, mas interessantíssimo.






Meus textos iniciais do blog têm tantos erros de pontuação, principalmente. Teria que reescrevê-los, ou deixar assim para lembrar como eram. Ainda erro muito nos pontos e vírgulas- acho que na vida também é difícil colocar um ponto final, ou uma vírgula- peco ai.

domingo, novembro 18, 2007

Seinfeld, meu preferido



Ok, vocês devem estar estranhando eu colocar esta entrevista aí, mas eu sou fã do Seinfeld de carteirinha, entonces...Tomara que o filme seja ótimo. Torço por eles. Não esqueci o episódio com o 'Kramer', mas isto não me impediu de continuar rindo o seriado, e graças a eles eu ri muito mesmo estando triste. Viva Seinfeld!!!
Deu na 'Folha de São Paulo' hoje:

Entrevista - Seinfeld

"Quero fazer uma última cena de Seinfeld"

Comediante fala sobre "Bee Movie", que estréia no Brasil dia 7, Beatles, religião e o retorno ou não da "série sobre o nada"

Gareth Cattermole/Divulgação
Jerry Seinfeld caracterizado, em Cannes, como o protagonista do filme


SÉRGIO DÁVILA
ENVIADO ESPECIAL À CIDADE DO MÉXICO

Jerry Seinfeld, o comediante, ganhou fama e fortuna (fala-se em US$ 500 milhões) ao levar para a TV sua rotina de humor, na qual observa de forma bem-humorada fatos corriqueiros -em esquetes que faz até hoje, em pequenos clubes de grandes cidades dos EUA.
"Seinfeld", a série, mudou a maneira como os americanos faziam comédia de situação e pode ter sido o último grande exemplar de um gênero em crise ou já em extinção, cuja fórmula de três câmeras, uma platéia e o "laughing track" (as risadas de fundo) foi primeiro popularizada nos anos 50. Ficou no ar de 1989 a 1998 e despediu-se num episódio visto por 75 milhões de pessoas.
Desde então, Seinfeld, 53, casou, teve três filhos, escreveu livros infantis e se viu "obrigado" a fazer um longa de animação após inventar um argumento (uma abelha que decide processar a humanidade pelo uso indevido de mel) e um nome trocadilhesco ("Bee Movie", filme da abelha, e também filme B) só para preencher um buraco num jantar sem assunto com Steven Spielberg. "Bee Movie - A História de uma Abelha" estreou há três finais de semana nos EUA, já faturou US$ 90 milhões em bilheteria e chega ao Brasil dia 7/12. "Yadda, yadda, yadda", a Folha falou com Seinfeld na Cidade do México, na última segunda. Leia trechos a seguir.


FOLHA - Você já disse ser fã do tipo de rotina consagrado por Abott & Costello na comédia, o louco e o certinho que se completam. Em "Seinfeld", você era o certinho, em torno do qual orbitavam três loucos.
JERRY SEINFELD - Exato. O que não faz nenhum sentido, percebe, porque interpreto um comediante e os outros são teoricamente pessoas normais levando vidas normais.

FOLHA - Em "Bee Movie", porém, é o oposto: Barry B. Benson, seu personagem, é o ousado, que quer deixar a colméia e conhecer o mundo, e seu amigo [Matthew Broderick] é o careta, que tenta dissuadi-lo. É seu momento Kramer?
SEINFELD - Não sei se Barry é tão maluco quanto Kramer... Talvez um pouco, sim. Não sei, pareceu a maneira certa de conduzir a história. [Pensativo] Gozado, não tinha percebido isso, realmente eu sou o mais louco da história...

FOLHA - Você leu o artigo no "New York Times" de uma bióloga dizendo que o mundo das abelhas é muito mais "proibido para menores", mais sexual que o do filme?
SEINFELD - [Risos] Li. Mas isso não me incomoda, cientistas falando que não agi corretamente. Por onde começar? O personagem principal é uma abelha e tem olhos azuis! Nós tiramos duas pernas dele, porque estavam atrapalhando. Ele usa uma malha. Anda de tênis. Por que não começar pela incorreção científica dos tênis?

FOLHA - O que "Seinfeld" foi para a comédia de situação de TV já foi comparado ao que os Beatles foram para a música pop. Nesse sentido, você seria o McCartney da dupla de criadores, com o humor brilhantemente cotidiano, e Larry David o Lennon, mais ousado. Concorda?
SEINFELD - Nunca nos compararia aos Beatles, mas fico lisonjeado que tenham feito isso. Os Beatles são das melhores coisas que o ser humano já fez. Dito isso, você não estaria totalmente enganado na analogia das duplas. Principalmente na nossa habilidade em trabalhar juntos, como era a relação de Lennon e McCartney. Havia uma química, a combinação de duas perspectivas criativas.

FOLHA - E o fim é definitivo?
SEINFELD - Sim. Mas penso em fazer uma última cena.

FOLHA - Só uma cena?
SEINFELD - Uma cena, não um episódio nem uma temporada. O problema é que teria de ser agora, para aproveitar o lançamento da última temporada em DVD. Mas estou muito ocupado promovendo o filme.

FOLHA - Vocês se reuniram pela primeira vez em nove anos para a mesa-redonda que está no DVD extra da caixa completa. Como foi?
SEINFELD - Assim que nós cinco sentamos juntos de novo, tivemos a sensação de antes. Como se fosse aquele pequeno conjunto perfeito, em que todos têm seu próprio instrumento, que combina perfeitamente com o dos outros. Assim que sentamos, começamos a falar: "Quero gravar um episódio agora", "Vamos fazer de novo", alguém pegou papel e caneta e começou a escrever o roteiro...

FOLHA - Você já disse ser contra a chamada "TV reunion", em que o elenco de uma série se reúne anos depois para mais uma temporada ou um especial. Continua contra?
SEINFELD - Geralmente, é triste. É melhor deixar quieto. Para usar sua analogia dos Beatles, muita gente quis que eles voltassem para mais um álbum, mais um show, ou algo assim, e acho que somos mais felizes porque eles nunca fizeram isso. Vi grupos cômicos se reunirem anos depois e tentarem fazer o mesmo que faziam, mas o tempo passou, a sensação é outra, eles estão mais velhos, não é mais tão engraçado. Se houve um momento especial, é melhor mantê-lo especial.

FOLHA - Você é religioso? Já flertou com a cientologia...
SEINFELD - Isso foi há 35 anos. Mas já tive interesse em budismo, em meditação transcendental, como os Beatles [risos], sou judeu. Acho que uma boa filosofia de vida é tirar pequenas coisas de várias filosofias diferentes e construir sua própria perspectiva. Foi o que fiz. Criei minha própria maneira de viver a vida.

FOLHA - O que aconteceu no programa do Larry King [o comediante reagiu irritado quando o apresentador sugeriu que a série foi cancelada]? Você perdeu a cabeça?
SEINFELD - Ele esqueceu que meu programa não foi cancelado, e eu, é claro, usei a oportunidade para gozar dele.

FOLHA - Você parecia ofendido.
SEINFELD - Não, esse é meu trabalho, gozar da cara das pessoas. Larry é como um membro da família, um tio, quando você tem um jantar de família e um dos parentes mais velhos diz algo errado e as crianças gritam para corrigi-lo. Foi isso.

FOLHA - Você vende a imagem de bom pai, marido e profissional, de alguém que sem um lado negro, o que é impossível. Qual é o seu?
SEINFELD - Todo o mundo tem um, nem que seja pequeno. Mas é impublicável.
O jornalista SÉRGIO DÁVILA viajou a convite da Paramount.