sábado, abril 30, 2011

"E melhor ser alegre que ser triste..."



Ai ai... Os olhos incomodam muito e não tenho como ficar muito no virtual. A vida me dá alergia, será? Mon Dieu! Preciso fazer algo que me dê prazer- urgente.

O filho chegou de viagem e é tão bom tê-lo por perto- os dois. Sou mãe coruja, amorosa, adoro estar com eles. OK, até o dia que saírem de casa, eu sei.

A casa é legal, como mamão tirado do pé, rúcula... cebolinha... por enquanto só isso. O quintal é mínimo. As bananas estão amadurecendo- demoram- e as amoras brotam aos poucos ainda.

Ando desanimada, é isso, não sinto tédio- há muitas coisas que quero fazer, mas...

Ontem me entristeci muito com a morte trágica da filha do Vinícius- putz! Também morreu a Neuzinha Brizola, fiquei surpresa, ela estava levando vida saudável, parece- meu ex é amigo dela, mas não vou ligar para saber, quando ele ligar ficarei sabendo mais. O suicídio provável da Luciana de Moraes me tocou- para se jogar pela janela é preciso muito desespero- ela não estava louca, sabemos- o Luiz Schwartz recebeu um e-mail dela na noite que morreu conta aqui.

A gente sempre acha que algo poderia ser feito- alguém poderia salvar- mas isso é onipotência, sei.


É, a vida não é fácil para muitos.

As duas eram da minha geração. Tsc tsc...

Disse para Dan: “É, a morte está rondando...”.
Ele: “Mãe, para com isso, uma se jogou pela janela e a outra, você disse, abusou de drogas.”.
Tive que concordar. Meu filhote é direto. Há coisas que não se pode falar perto dos filhos, os angustia- morte é assunto muito difícil para eles.

Quero viver bastante por eles.
Chega de confissões.

O casamento real? Achei um excesso de informação, penso que tudo bem, que eles festejem, mas o mundo parar para ver? Eu não vi ao vivo, óbvio, só algumas imagens. Acho que todos ficam lesados e infantilizados diante dos reis- helloo! É bonitinho, mas a vida não é um conto de fadas, basta olhar em torno. Falando nisto, hoje vi um peão agachado lavando o uniforme de trabalho, que deve ter usado a semana toda. Ouvi quando respondeu a alguém que estava lavando só com água. Me deu vontade de dar sabão, mas penso que não posso fazer nada. Mesmo da minha janela eu vejo a realidade dura de peões nordestinos.

Como? Por que?

Há um canteiro de obras ao lado de minha casa- já cansei de reclamar, quero tirar daqui, mas sei que só conseguirei com advogados e será mais motivo para hostilidades contra mim- vocês sabem que já sofri aqui por isso. Pois é, não me invejem porque moro legal, também não é um paraíso aqui.

Boa semana para vocês. Sem tragédias e sem o exagero do conto de fadas.

quarta-feira, abril 27, 2011

Saudades do Wagner- "Dzi Croquettes"




Vi o documentário sobre os Dzi Croquettes.
Foi emoção pura. Eu conheci o Wagner Ribeiro, já contei aqui antes, Carlinhos, aquele amigo querido de quem falo sempre, nos apresentou em 70, quando cheguei ao Rio. Era um homem de olhos melancólicos, interessantíssimo, divertido. Eu ria muito com as imitações que ele fazia. Enquanto cortava couro, inventava estorinhas engraçadíssimas. Era um artesão muito conhecido- in- em 1970/71, fazia roupas para Bia Vasconcelos e outros. Ela vivia em Paris, era super famosa, elegantíssima- eu a vi uma vez por lá.

Eu estava chegando à cidade do Rio, vinha de Cabo Frio, e vivia no atelier dele na rua Prudente de Moraes ao lado do Teatro Ipanema. Lá havia músicos, artistas, como o Torquato Neto e outros, que não lembro mais. Este eu gravei porque ele já era conhecido e me entristecia muito vê-lo caído, drogado. Muito triste, era difícil ver.

Wagner andava com uma trupe, claro. Zé, que chamávamos Zé do Wagner, mas eram amigos, não amantes, outros como Flamarion, que fazia artes plásticas- houve uma vernissage uma vez- louquíssima-Flamarion levou a peça dele para o mar- era algo como um beliche que flutuava, ficou algum tempo no mar de Ipanema, depois desmanchou- acho que era de corda- sisal. Era o tempo das obras de vanguarda de Hélio Oiticica, vocês sabem, sacos com areia espalhados pelo pátio do atelier...

Havia o Marc Berkowitz –fotógrafo e crítico de arte famoso, estava sempre por lá, era amigo do Wagner. http://www.gordilho.com/ef000.htm

Em 71, a faculdade exigia mais e eu comecei a namorar o A., o lugar onde havia o atelier foi vendido e Wagner foi para Santa Teresa. Passei a vê-lo na Feira Hippie todos os domingos. A feira começava, ainda expunham no chão, depois vieram as armações de ferro, a confusão.

Uma vez fui visitá-lo em Sta Teresa. Elke Maravilha estava numa das salas, era uma mulher bonita- eu a achava interessantíssima pela ousadia no cabelo- meu cabelo também era grande e armado- menos que o dela- quem viveu aquela época sabe do que eu falo.
Ela se vestia de forma criativa e exuberante. Sabia se exibir desta forma- eu a via na rua algumas vezes, sempre muito colorida, uma festa.

Depois eu soube que faziam o Dzi e que foram para Paris. De vez em quando víamos o Zé. Não soube mais do Wagner até me contarem que foi assassinado.
O Wagner dançarino eu não conheci. Lamento não ter me mandado para o centro do Rio, enfrentado multidão para vê-lo. Eu sempre fui comodista, quieta.
O grupo dançando é impressionante. Quem conheceu o Wagner, antes, não o imagina dançando- era magrelo, sem jeito, já o conheci calvo. Fico pensando o quanto eles se jogaram naquele projeto.

Foi um sucesso- foi lindo. O documentário é o melhor que eu vi até hoje, pode ser que seja pela emoção- eu quase chorei o tempo todo- por tudo. Eles eram verdadeiros, eram homens com sensualidade plena, amantes do prazer, do trabalho, da vida.

Muitos morreram de AIDS- a desgraçada- Wagner morreu assassinado- outros dois também. Putz! Ele estava morando num sítio e levou um tiro nas costas quando fugia do bandido—o namorado dele se salvou- talvez ele tenha corrido para que o outro se salvasse, melhor pensar assim.

Flamarion, que citei ai, também foi para Paris, tocava percussão com Hermeto Pascoal, lá casou com Sylvie. Um dia o encontrei na rua em Ipanema, me convidou para a casa dele- conheci Sylvie e ficamos amigas- foi ela que me recebeu em Paris em 2008, hoje ela é casada com um africano gente finíssima- tenho muito carinho por ela. Fla era irmão de uma cômica que fazia a Escolinha do prof. Raimundo, Nadia Maria, ela faleceu  em 2000, ele mora agora na casa que foi dela na lagoa Rodrigo de Freitas, por ali- rua Alberto de Campos, acho.


É... a vida dá umas voltas. Viver é isso.

Mais aqui.

segunda-feira, abril 25, 2011

Entrevista com Gonçalo M. Tavares



Este rapaz disse uma das frases mais fortes que eu li em todos estes anos:
"...por vezes o Destino de um homem não chega a tempo..."


Mais aqui.

domingo, abril 17, 2011

O filme que mexeu comigo...



Vi agora o filme "Yanks" de 79, com Richard Gere, jovem, interpretando um soldado americano durante a 2ª guerra. Está na Grã Bretanha e enamorado por uma inglesa.

O filme mexeu muito comigo. A música tema lembra minha infância, minha mãe a ouvia- minha mãe está caidinha, velhinha. Hoje pensei nela e no quanto tenho dela- muito- acho que por isso é tão difícil me aproximar e ela me agüentar perto. Somos parecidas fisicamente e intelectualmente. Enfim...

A história do filme me lembra Jean Guillaume, o amigo francês que estava na Grã Bretanha quando acabou a guerra- deixou uma inglesa grávida- teve uma filha, que mal conheceu. A personagem que contracena com o Gere é muito jovem e tímida, lembrei de mim na cena do hotel, tão inexperiente, tão insegura, e aberta ao amor pela primeira vez.

Dan, meu filho mais novo, está parecido como o Gere jovem, hoje o observei rindo e está muito lindo. O outro chegou esta madrugada dos EUA e está mais bonito também, engordou uns quilinhos- é muito magro. Eu os vejo amando, apaixonados, e penso no quanto terão pela frente. Digo: “Quero que vocês aprendam uma coisa comigo em relação ao amor: Nada e definitivo. Eu pensei algumas vezes que morreria de amor e no entanto me enamorava de novo.” “Não se debruce demais sobre as tristezas do amor”- esta frase foi Drummond quem disse para mim, quando lhe contei que sofria. Ele disse: “O amor é misto de alegrias e angústia...”. Tenho este cartão, vou ver se acho para colocar aqui. Já digitalizei- o que é pior.

Bom, é isso. A vida nos comove, traz dor, alegrias, prazeres, ao mesmo tempo tenho sentido, cada vez mais, que tudo é tão relativo... sem ser cínica, um pouco cética, quem sabe.

É... sobrevivemos. Talvez seja isto que eu sinta. Apesar de toda dor, encontramos força para sobreviver- sempre- exceto os suicidas que dão um basta.

Hoje passou um programa sobre Stefan Sweig- um homem tão interessante, que tinha sucesso- vendia no mundo todo- deu um basta, matou-se com a mulher, não suportou o sofrimento pela perseguição aos judeus- parece que foi por ai. Triste isso. E foi 4 dias depois que um navio brasileiro foi atingido pelos nazistas no Atlântico. Vivia no Brasil, acho que todos já sabem a história e sobre o livro: “Brasil, o país do futuro”

Alberta Hunter- "The love Ihave for you"



Alberta Hunter foi uma cantora especialíssima. Ouçam a música: "The love i have for you", é uma das canções de amor mais lindas que conheço.
Eu choro de emoção. É demais.

terça-feira, abril 12, 2011

Entre nesta campanha



Esta campanha é ótima. Mesmo que você não seja gay entre nela- vamos tentar quebrar o preconceito.
Copiei daqui. Ontem esqueci de colocar o blog da Carol, desculpe Carol.


Sejamos gays. Juntos




Adriele Camacho de Almeida, 16 anos, foi encontrada morta na pequena cidade de Tarumã, Goiás, no último dia 6. O fazendeiro Cláudio Roberto de Assis, 36 anos, e seus dois filhos, um de 17 e outro de 13 anos, estão detidos e são acusados do assassinato. Segundo o delegado, o crime é de homofobia. Adriele era namorada da filha do fazendeiro que nunca admitiu o relacionamento das duas. E ainda que essa suspeita não se prove verdade, é preciso dizer algo.


Eu conhecia Adriele Camacho de Almeida. E você conhecia também. Porque Adriele somos nós. Assim, com sua morte, morremos um pouco. A menina que aos 16 anos foi, segundo testemunhas, ameaçada de morte e assassinada por namorar uma outra menina, é aquela carta de amor que você teve vergonha de entregar, é o sorriso discreto que veio depois daquele olhar cruzado, é o telefonema que não queríamos desligar. É cada vez mais difícil acreditar, mas tudo indica que Adriele foi vítima de um crime de ódio porque, vulnerável como todos nós, estava amando.


Sem conseguir entender mais nada depois de uma semana de “Bolsonaros”, me perguntei o que era possível ser feito. O que, se Adriele e tantos outros já morreram? Sim, porque estamos falando de um país que acaba de registrar um aumento de mais de 30% em assassinatos de homossexuais, entre gays, lésbicas e travestis.


E me ocorreu que, nessa ideia de que também morremos um pouco quando os nossos se vão, todos, eu, você, pais, filhos e amigos podemos e devemos ser gays. Porque a afirmação de ser gay já deixou de ser uma questão de orientação sexual.


Ser gay é uma questão de posicionamento e atitude diante desse mundo tão miseravelmente cheio de raiva.


Ser gay é ter o seu direito negado. É ser interrompido. Quantos de nós não nos reconhecemos assim?


Quero então compartilhar essa ideia com todos.


Sejamos gays.


Independente de idade, sexo, cor, religião e, sobretudo, independente de orientação sexual, é hora de passar a seguinte mensagem pra fora da janela: #EUSOUGAY


Para que sejamos vistos e ouvidos é simples:


1) Basta que cada um de vocês, sozinhos ou acompanhados da família, namorado, namorada, marido, mulher, amigo, amiga, presidente, presidenta, tirem uma foto com um cartaz, folha, post-it, o que for mais conveniente, com a seguinte mensagem estampada: #EUSOUGAY


2) Enviar essa foto para o mail projetoeusougay@gmail.com


3) E só


Todas essas imagens serão usadas em uma vídeo-montagem será divulgada pelo You Tube e, se tudo der certo, por festivais, fóruns, palestras, mesas-redondas e no monitor de várias pessoas que tomam a todos nós que amamos por seres invisíveis.


A edição desse vídeo será feita pelo Daniel Ribeiro, diretor de curtas que, além de lindos de morrer, são super premiados: Café com Leite e Eu Não Quero Voltar Sozinho.


Quanto à minha pessoa, me chamo Carol Almeida, sou jornalista e espero por um mundo melhor, sempre.


As fotos podem ser enviadas até o dia 1º de maio.


Como diria uma canção de ninar da banda Belle & Sebastian: ”Faça algo bonito enquanto você pode. Não adormeça.” Não vamos adormecer. Vamos acordar. Acordar Adriele.


— Convido a todos os blogueiros de plantão a dar um Ctrl C + Ctrl V neste texto e saírem replicando essa iniciativa —

Posted by carol no seu blog.

sábado, abril 09, 2011

Mukubal Woman With Ompota Headdress, Angola


Uau! Belíssima!
via @lauraemparis

Amenidades


Vejam aqui. Interessante e, quem sabe, útil- não o útil fútil.
Útil fútil era uma loja que havia em Ipanema, da mulher, na época era, de Adriano de Áquino, o artista plástico- adoro o nome.

Gosto de algumas palavras- frugal, eu amo. O som é bonito, outras evito usar, pelo peso- não gosto de aquele, aquela...

Tenho tentado meditar, e acreditem, estes dias esta música me persegue:

Nada Além

Aqui com a diva Bethânia. Eu vi todos os shows dela em 70- maravilhosa- emocionante.

Composição : Custódio Mesquita

Nada além
Nada além de uma ilusão
Veja bem
É demais para o meu coração
Acreditando em tudo que o amor
Mentindo sempre diz
Eu vou vivendo assim feliz
Na ilusão de ser feliz
Se o amor
Só nos causa sofrimento e dor
É melhor, bem melhor
A ilusão do amor
Eu não quero e nem peço
Para o meu coração
Nada além
De uma linda ilusão...

Não quero falar...





Há dias em que amanheço exausta- hoje sei o porquê, a rinite me exaure.

Pensei muitas coisas para dizer aqui, mas algo me tolhe, perdi a espontaneidade, me vem à cabeça o tal umbiguismo- tantas coisas mais importantes acontecendo, tantas dores, como falar de dores menores- a minha dor é sempre menor diante das grandes. A minha dor é pelo excesso de sensibilidade, por me sentir à flor da pele.
Não quero falar das tragédias, me canso da mídia explorando a dor alheia. Não quero falar das pequenas alegrias, sinto medo.


Fernando Pessoa diz o que eu sinto aqui:

Tenho dó das estrelas



Tenho dó das estrelas
Luzindo há tanto tempo,
Há tanto tempo…
Tenho dó delas.
Não haverá um cansaço
Das coisas,
De todas as coisas
Como das pernas ou de um braço?
Um cansaço de existir,
De ser,
Só de ser,
O ser triste brilhar ou sorrir…
Não haverá, enfim,
Para as coisas que são,
Não a morte, mas sim
Uma outra espécie de fim,
Ou uma grande razão –
Qualquer coisa assim
Como um perdão?

quinta-feira, abril 07, 2011

La ronde



A música lembra minha infância, la Signoret lembra Paris. Estive num lugar, Canal San Martin, onde havia uma placa: Aqui passeavam Simone Signoret e Yves Montand. Oh!

segunda-feira, abril 04, 2011

Com Buda no espaço ecológico



Eu sempre digo que um dia serei budista. Tentei o do Nitiren Daishonin, mas desisti, penso que o tibetano tem mais a ver comigo- pelo silêncio- que eu gosto tanto, a introspecção.

Ontem estive num encontro com uma budista, Lama Sherab, eu a conhecia de uma palestra há anos, e sai de lá encantada com sua beleza e tranqüilidade.

Foi muito bom. O lugar é encantador, um espaço ecológico- vejam aqui: Ecovila Pau Brasil- com restaurante vegetariano- tudo delicioso. Não usam leite, nem ovos, e os doces especialmente eram uma delícia. Mousse de mangaba, doce de chocolate feito com cacau puro, sorvete de graviola, cocada- tudo da horta deles.

Foi a primeira vez que vi, ao vivo, um banheiro ecológico- seco- e confesso que a gente estranha, mas é super higienizado. O dono é um rapaz de São Paulo, acho, a mulher, uma linda jovem de Joinvile. Bom, a moça é arquiteta e especialista em comida vegetariana- ótima combinação. :)

Vou voltar mais lá.

Fizemos meditação ontem quatro vezes cinco minutos, foi bom, para quem anda agitada, como eu, foi ótimo- hoje já sentei e fiz uns cinco minutos há pouco- preciso me concentrar para revisar os contos- está mais do que na hora. Acho que desta vez engreno- preciso ser menos racional, também- a psicanálise atrapalha quando ouço conceitos novos, tento identidificá-los com a teoria psicanalítica, é possível, há muitos conceitos do budismo que lembram o que Lacan, especialmente, diz. O sujeito ilusório do budismo seria o sujeito do Lacan? Tudo é ilusório, Lacan também diz isso na Estágio do Espelho.

Difícil aceitar a reencarnação, mas eu posso meditar e não ser religiosa- apenas praticar. Será que consigo?

Vejam o vídeo, tem mais um, vou colocar depois.

Tks Lama Sherab. Respondeu uma pergunta que fiz sobre a culpa na nossa cultura ocidental. Disse que no budismo não há culpa, se você se arrepende e intenciona não repetir o que fez, está livre para receber méritos. É preciso ser genuinamente bom para receber os méritos, muitos dos nossos atos generosos são egóicos, esperamos reconhecimento, agradecimento, troca- ai não ganhamos méritos...
Não é fácil nos livrarmos do ego, como eles desejam e alguns devem conseguir- somos educados para reforçarmos nossos egos, para não levarmos desaforos para casa, difícil dar a outra face, engolir sapos e não adoecer-ela falou disto ontem- através da prática nos livramos de todo o mal(ou mau?).
Amém :) bye bye.
Não é só a psicanálise que tem a ver com conceitos fundamentais do budismo, o cristianismo puro tem muito do que Buda pregava. Nada se cria, tudo se transforma, não é?

Boa semana.