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terça-feira, outubro 15, 2013

Um dia qualquer


  







                                Onde estão os gaviões?

 
                              Parece orquídea, mas não é.




                                As minhas vizinhas.
                                     

                                
                                 Saudade de Florzinha.                      



                               
                                Um pôr do sol fajuta.



  Um dia em casa. Cuidei do jardim, da casa, que está em reparos. Hoje os pintores não vieram,
veio a faxineira, que eu gosto muito, mas me deixa zonza. Era seu aniversário, saiu com uns presentinhos.
Fica radiante. Gente da melhor espécie.
O dia se foi, vou descansar. Aleluia!


domingo, junho 06, 2010

A minha casa II

Foto da Fazenda que vejo do andar de cima




Ontem tirei muitas fotos da casa- interior-  e fiquei a pensar que é o que me dá prazer aqui. Talvez eu não consiga mudar mais por isso. Gosto do meu espaço. Iluminado, cores bonitas, amplo.

O jardim começa a se delinear- precisaria de alguém competente para ajudar- tenho um jardineiro- um furão- nunca vem quando diz, nem para receber. É um homem bem matuto, muito simples e tímido- não consigo me irritar com ele. Fala baixo, quase inaldível- e também tem um sotaque do interior daqui que é difícil entender: falam muito rápido e as palavras grudadas.




Foto do quadro de Volpi com o meu reflexo  e da Fazenda- acordo e vejo as vaquinhas:




Auto retrato na juta(cortina):


A cortina:


quarta-feira, janeiro 21, 2009

Quero a alegria...



Tenho vontade de escrever mais aqui mas não tenho conseguido.
Semana cheia de encontros familiares, uma tia e primos vieram de Curitiba passar uns dias.
Hoje a reunião foi aqui, foi ótimo, mas estou cansada. Trabalhei em casa o dia todo.
Meu irmão fez lindas cortinas de bambu, vou mostrar aqui. Lindas.
Ainda falta muita coisa.

Ando com dor de cabeça, pode ser alimentação, cervical, olhos- acho que está na hora de voltar ao médico.

Hoje fui à piscina fazer exercícios- antes leio uma hora, mais ou menos- uma garotada chegou quando começou a chover. Acabei entrando na brincadeira deles, foi uma farra- coisa que nunca tinha feito antes- incrível, eu estou me soltando com as crianças pela primeira vez. Ri, gritei, fiz ginástica com eles- dois deles, gordinhos, gostam de me acompanhar nos exercícios. Depois cheguei em casa e arrumei a dispensa, que ficou pronta, com a Aparecida, uma moça que vem me ajudar, às vezes,. Acreditam que eu cantei mostrando para ela letras de músicas de dor de cotovelo: "Risque", "A noite do meu bem", aquela que diz: às pessoas que eu detesto, diga sempre que eu não presto, que meu lar é um botequim... que eu arruinei sua vida..."
"Ousava viver a sua vida..." e outras de Maisa: "a noite está tão fria, chove lá fora"...
Sou afinada, gosto de me ouvir, não sei se os outros gostam... hihihi

É demais: "Risque meu nome do seu caderno, eu não suporto o inferno, do nosso amor fracassado...". Antes cantava isto com tristeza, hoje canto me divertindo.
Hahahahaha Mas, quando canto "Noite do meu bem", me arrepio toda- bate forte. Tai, gostaria de fazer um trabalho e me aprofundar nestas letras, mas tenho outras prioridades. É um lance sério, estas letras são fortes e realistas.

Dia diferente.

Minha mãe veio e só reclamou:
- Você mora muito longe, pensei que estávamos indo para a Paraíba. Tem 82 anos e humor, é f. porque é pessimistaaaaaaaaaaaaaa...só fala em morrer. Agora vai para Curitiba com minha irmã e meu sobrinho, temos parentes lá, mas os filhos dela estão aqui... somos 5 ao todo, e tem os netos também, mas ela quer ir. Loucura.

Adoro minha sobrinha filha do meu irmão L. com quem estava brigada- agora falamos o essencial- convidei a mãe dela, que é ex cunhada para vir aqui, é minha amiga, ele não veio. Éla é linda e inteligente e tem dificuldade para namorar. Inacreditável!
Ele, e um outro irmão, não vão à reuniões familiares. Nem ligo. Um deles nem veio aqui ainda, moro há mais de dois meses nesta casa, já o chamei várias vezes. Freud explica, e eu não me importo mais. Já me magoei toda a quota.
Falei da cunhada que não tem namorado, tem 30 anos, é muito bonita, independente etc e tal, e lembrei que minha amiga parisiense me contou que lá é assim também. Ela tem uma amiga de 30anos, que mora em Marseille e é gerente geral de uma loja de grife famosa, destas francesas, nem digo aqui, e não consegue namorado. Syl diz que ela é bonita, chic, inteligente e ganha super bem, mas vive só. Neurose? pode ser, mas acho que a gente fica seletiva e se ferra. Eu começo a olhar para o lado agora e vejo que há possibilidades, sim, mas que eu complico e a vida é irônica comigo, devo ter aprontado em outras encarnações hihihi ai ai
Ah! deixa pra lá, vou dormir.
Está um calor danado aqui estes dias, choveu e piorou, lá fora os pássaros passam gritando (pássaro grita? são quero-queros, meu irmão disse. Minha mãe disse que eram morcegos, mas são quero- queros, sim. tem muito aqui.


Quero- quero, achei uma lenda, bobinha aqui. Internet é uma coisa...
Quero- quero ainda tem hífen? sei lá...

segunda-feira, novembro 17, 2008

O primeiro pôr-do-sol da varanda em fotos







Estas fotos foram tiradas há pouco por mim da varanda da casa. Fiz a varanda virada para a duna e mata, para o poente. Estou deitada no chão, ouvindo Astrid Gilberto no laptop e escrevendo para vocês, amigos queridos. É muito bom. Eu não tenho tudo que eu quero, mas agradeço pelo que tenho.Já vou fazer um alongamento olhando o céu estrelado.
Amém.