sexta-feira, abril 20, 2007

Poeminha despretensioso Semi desperto




















Semi desperto


Tua imagem rompendo comportas me invade
Um pesar oprime meu peito em luto
Não me encolho
Levanto
E num grito surdo te enxoto



PS: Eu minto, vocês sabem.
Adorei esta foto, estava louca para mostrar aqui,
não sei de quem é, recebi num pps. PS2: escrevi em 20/04/2007

3 comentários:

José Carlos disse...

Olá Laura. Distraidamente, quase sem querer, te encontrei. E devo dizer que há muito não lia algo tão breve e que tanto dissesse como "Poeminha despretencioso semi-desperto". Gosto particularmente dessa parte:Não me encolho
Levanto.
Gostaria de compartilhar co você, um de minha autoria.
Insone

Morri novamente,
pelas mãos
daquela que me
fez renascer.
Orei a um céu
vazio de significado
e chorei por uma vida
que não é minha
e por um amor
que não terei.
De fé...
Nada havia.
Apenas desespero.
Que a luz
não caia sobre mim
enquanto caminho
na escuridão
desejando não ser visto.
Eu sempre voo alto
quando fecho os olhos.
Mas às duas da manhã...
Ainda desperto,
o sono me parece
uma criatura alienígena.
José Carlos

Diz disse...

Obrigada,José,continue escrevendo. Temos estilos diferentes, mas é bonito o que escreve. Eu enxugo muito. Abs. Apareça qdo quiser.

Diz disse...

José, reli seu poema, e me permita uma sugestão, releia em voz alta. Perceba como a última estrofe quebra o poema. Criatura alienígena, penso eu, não cabe ai, sou estranho, escolha outra imagem- ficará mto mais bonito.
Abs, Elianne-laura