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sexta-feira, agosto 07, 2009

Mais um golaço



Está aqui um recado de Carlos Magno- Feira do livro em Mossoró. Leiam lá.

Mando outro:

Estes dias o Contardo Calligaris me disse, quando eu reclamei o silêncio sobre o livro:
"...
claro que o livro é legal, mas, sobre tudo, gostei do seu conto. Achei ótimo vc ter conseguido inserir, naquele contexto, um de seus minis (e um dos bons)...Em suma, foi um golaço.
..."

Ele também achou que fizemos golaços.

sábado, junho 27, 2009

Os meninos do futebol-atualizado

Eu, Carlos Magno e Samarone*



Ontem à tarde cortei o cabelo, relaxei no chão da sala, fiz alongamento e segui para a livraria com uma amiga.
O lançamento foi ótimo. Os rapazes são super simpáticos. Um deles é muito famoso, foi editor de um jornal muitos anos, e pelo número de fotos que tiraram dele, deve ser uma celebridade aqui. Havia vários fotógrafos e era como metralhadora, fotos sem parar, Nunca fui tão fotografada- estava ao lado dele :), ele é um doce, super gentil.
Conheci o Samarone, de quem Gustavo sempre fala, e realmente é uma figura que dá vontade de estar perto, seguir conversando- pena que hoje volta para Recife, é o diretor de um orgão cultural lá-esqueci o nome- esqueço muitas coisas :).
Conheci muita gente, desde o ex prefeito até presidentes de torcidas. Aqui é ABC e América em disputas acirradas.
Um rapaz disse que adorou meu conto, enfaticamente- tem um site de cultura, depois vou lá ler com calma. Conheci um novo amigo virtual, também jornalista, super simpático.

Ai que sono. Hoje estou com sono desde às 4 da tarde. E não estiquei ontem, não.

Meus filhos estavam super felizes por me verem numa mesa de autógrafos- quando cheguei em casa o Luc me disse: Agora precisa fazer o seu livro, não é, mãe?
Pois é... talvez eu tenha perdido o medo de me expor, afinal o tal conto do livro é forte, um erótico da pesada, mas vocês me conhecem e sabem que não há vulgaridade.
Aqui há mais fotos para quem tiver curiosidade.


No Twitter há uma campanha forte contra Sarney, recebi do Marcelo Tás e outros o 'Forasarney'. Divulguei no Portal LN e já me disseram para tomar cuidado, que é um pessoal de direita que está orquestrando para derrubar o senador, blá, blá, blá...
Eu não aprendo, sou idiota, mesmo , não tenho que me meter em política, acabo me irritando. Por que? porque chegam e-mails sem parar de gente me dizendo estas coisas, que isto e aquilo... Os pró Lula, principalmente. Eu não sou contra o Lula, apenas...
Agora,noitinha, depois que eu fiz o 'mea culpa' chegam e-mails solidários- tem gente legal lá, não que os outros não sejam, mas alguns são um tanto fanáticos.
Ai, me canso, eu não vou votar mais, cansei, não confio em ninguém com mais de 30 anos, juro- ninguém, o último foi o Gabeira, desacreditei. Ando tão descrente... de tudo, fica tudo tão relativo... esta vida é tão...

Bom, comprem o livro, é bom, eu não diria se não fosse. Não pelo meu conto, mas pelas crônicas, vale a pena ler, são comoventes, algumas.
Vou deitar o chão e ver novelinhas agora para relaxar e esquecer aquele senador do Maranhão e os protestos dos esquerdistas- eu sou esquerda? Penso que sou. :) Onde um político decente? Diógenes é a figura que me vem a mente. Vai chover e-mail hoje
tsc tsc tsc
se arrependimento matasse...


E sobre o diploma de jornalismo, eu li e gostei do que a Cora Rónai diz, li aqui.

E sobre a frieza atual, leiam aqui que coisa terrível- que horror! Este povo vai a Torre Eiffel, fica horas na fila- eu não fiquei- paga caro no restaurante, quer comer. Gente do mundo todo, não são os franceses, como o link faz supor.

E bom domingo para vocês.

*Um amigo me perguntou se não me aborreci por não estar incluída nos escritores do livro neste site das fotos, e pelo meu nome estar errado. Não me zanguei, óbvio, se eu me chateasse com estas coisas... hummm
mas avisei a quem assina lá- Verona- que estão faltando 3 escritores- o Cirne inclusive. Depois dizem que eu é que tenho complexo hihihi que me sinto excluída sempre. Posso contar uma historinha por dia sobre exclusões, não conto para não parecer mais neurótica do que já pareço hohoho
Vá "ser gauche na vida", também ouvi.
Penso no Gustavo que me quer tão bem e me fez o convite para participar. É um cara que admiro muito e que me respeita como escritora, gosta do que escrevo.
Acho que meu conto deu um toque especial ao livro. Não é auto elogio, viu azedo? É real, é o único conto do livro, é erótico e, ainda por cima, escrito por uma mulher.
Ali o futebol é pano de fundo, nos outros são narrativas onde o futebol é o protagonista, ou os jogadores.

Vou fazer um post só falando em auto elogio qualquer hora. Por que será que tem gente que se aborrece tanto com isto?
Vou fazer um post. Lá no Twitter tem um ator que faz auto elogios o tempo todo, às vezes penso que é ironia.
Bye. Fui. Vou dormir.

sexta-feira, junho 26, 2009

É hoje!



Hoje acordei ansiosa, faz um dia lindo, acabou a greve dos ônibus e é o dia do lançamento do livro "A cabeça do futebol" aqui em Natal.

Leiam aqui sobre o livro ou aqui.
Sairam várias resenhas, todas muito favoráveis.

Meu irmão disse que deu no RNTV, agorinha, que no livro tem uma psicanalista com um conto erótico- ainda bem que não deram o nome, eu prefiro :)
Foi o Carlos Magno quem foi entrevistado. Uma hora os clientes vão descobrir, a cidade é pequena. Mas é melhor aos poucos, não de sopetão- o conto é quente.

Estaremos na livraria Siciliano-novíssima, linda- do Midway às 19 hs. Pena que Gustavo não venha, foi à Sampa, Samarone virá de Brasília, Carlos Magno estará, Rubens estará - não o conheço, mas é conhecidíssimo aqui- trabalha com a governadora- Cirne, está aqui, mas não poderá ficar até amanhã à noite. Estou num time muito simpático e bom, vão conferir.

sábado, junho 13, 2009

Não se esqueçam do livro no Rio



Não esqueçam o lançamento do livro no Rio, dia 15, segunda-feira, na Livraria Travessa no Barra Shopping.


Dia 21/06, às 20:30hs, Canecão-Rio, peça "Apocalipse segundo Domingos Oliveira" com nossa amiga Mônica Montone no elenco. Vão conferir.

E, quem tiver amigos pararepassar, please, façam isto. O boca a boca é a melhor propaganda, todos sabem. É só repassar. :) Merci, Gracias, Arigatô, Obrigada, Grazie...

quinta-feira, junho 11, 2009

Mais um gol a favor




Aqui tem um comentário legal sobre meu conto, clique na imagem que dá para ler.

Gustavo escreveu dizendo que o livro está tendo uma recepção excelente em São Paulo também. Que bom!

Estou lendo desde ontem, é muito bom, gostoso de ler, vou comentando aqui.

Daniel Pizza fez um artigo sobre futebol bastante bom de se ler, comenta mitos, fala da técnica, dos jogadores, da história, da visão antropológica... Conta que Camus foi goleiro, não sabia... que dizia que tudo que aprendeu na vida foi no futebol, o Pizza explica o porquê. Diz, também, que Pasolini disse que o futebol brasileiro é poesia e não prosa. É um belo texto, gostei muito. Ele entende do assunto e escreve bem.

Samarone conta de um dia em Buenos Aires quando inventou de levar um francezinho- filho dos donos do albergue onde estava hospedado- ao estádio de futebol, é uma historinha singela, bonita.

Gustavo conta do encanto do filho por um jogador e o desejo de chegar perto do ídolo- será que conseguiu? tchan tchan tchan... só lendo para saber :)

Juca Kfouri lembra um dia, um jogo, durante a ditadura militar.

Klecius Henrique fez uma crônica misto de futebol e descoberta amorosa. Será que é ficção? Não parece.

Carlos Magno e outros falam de jogadores, lembram cenas inesquecíveis de forma emocionada. Um livro muito bom, podem crer.

Xico Sá, naquele estilo dele bem solto, diria, faz um conto onde o jogador está arrasado porque fez gol contra e a mulher quer atenção, sexo... tem final trágico.

Selma fala do molejo, da graça do jogo de forma lúdica e feminina, posso dizer. Ela e eu somos as únicas mulheres no meio deste universo masculino.

E, olhe, confesso aqui só para vocês, não gosto de futebol, tenho admiração por alguns jogadores, mas só vejo jogos da Copa, 'pero' o livro está delicioso.

Ainda não li nem metade.

Será que eu faço um sorteio entre vocês para dar um volume de presente? O que acham?
Vi um site que está sorteando um volume, ou já sorteou, não conferi.

Meus caros amigos, divulguem o livro por favor. Repassem para seus amigos a dica.

Não esqueçam o lançamento no Rio é dia 15 no Barra Shopping. Em Natal, dia 26, no Midway.

Leiam aqui: http://lauravive.blogspot.com/2009/05/um-livro-sobre-futebol-e-um-conto-meu.html

O outro gol a favor está aqui: http://colunistas.ig.com.br/mauriciostycer/tag/a-cabeca-do-futebol/

quarta-feira, junho 10, 2009

Um gol a favor

"“A Cabeça do Futebol” não enfrenta abertamente a questão futebol x literatura, mas oferece a 25 autores a possibilidade de pensar livremente sobre um tema geral – a vivência de torcedor. Ao longo de diferentes reflexões sobre este tema, quase sempre em crônicas, muitos escritores chegam ao gol.

É o caso de Samarone Lima, nome de craque do Fluminense, autor de uma crônica deliciosa sobre o dia em que, hospedado num albergue em Buenos Aires, levou o filho dos donos, um menino francês de 7 anos, para assistir uma partida entre Velez Sarsfield e Racing no estádio. Ou da escritora Elianne Diz de Abreu, que arrisca-se numa raríssima ficção de conteúdo erótico tendo o futebol como pano de fundo.

Correndo o risco de cometer injustiças, destaco ainda Carlos Magno Araújo, cujo texto relembra uma partida especial, Ceub x América (RN), em que se protagonizou o histórico duelo entre Fio Maravilha, atuando pela equipe brasilense, e Hélcio Jacaré, o craque do time de Natal. Um jogo sem importância alguma, mas que, 30 anos depois, Araújo (ainda bem) não consegue esquecer.

Chamo a atenção, por fim, para Gustavo de Castro, que conta uma bela história do fascínio de um pequeno fã por um craque em final de carreira, Klecius Henrique, relatando as aventuras de um nordestino apaixonado por futebol, rock e mulheres em São Paulo, e Rubens Leme Filho, autor de uma ode a Geovani, craque coadjuvante num Vasco que tinha Roberto e Romário.

“A Cabeça do Futebol” será lançado em São Paulo nesta quarta-feira, 10 de junho, às 19h30, na Livraria Cultura (shopping Villa-Lobos).

Enviado por: Mauricio Stycer - Categoria(s): Cultura, Esporte Tags relacionadas: , , , , , , , , , , "

Daqui do Portal IG.

terça-feira, junho 09, 2009

Convite


Estão todos convidados para o lançamento do livro

“A Cabeça do Futebol” (Ed. Casa das Musas)

nesta quarta-feira, 10

na Livraria Cultura

Shopping Villa-Lobos, às 19 hs. S P


Na ocasião, teremos uma mesa-redonda com
Gustavo de Castro, Daniel Piza, Luiz Zanin, Samarone Lina e Sérgio Xavier.

Mais detalhes aqui


domingo, junho 07, 2009

Moacy Cirne

O homem do Balaio Porreta


Alinhar ao centro


O Moacy Cirne todo mundo conhece, ou não?

Um dos maiores intelectuais nossos.
Especialista em HQ e poeta. Vão ver .

Também está no livro.

sábado, junho 06, 2009

Carpi-Nejar



Este gaúcho também está no livro.
Para quem não sabe, ele é filho do poeta Carlos Nejar. Nasceu em Caxias do Sul, saiu de lá com dois anos. Eu nasci em Cachoeira do Sul e sai de lá com dois anos, só que fui para Curitiba, depois Rio, ele ficou em Porto Alegre. Caxias é ao lado de Cachoeira, eu não lembro nem do cheiro, como ele diz aqui. Foi em Caxias que meu querido amigo Carlinhos, também gaúcho passou seus últimos dias, quis ir até lá, não deu tempo...

quinta-feira, junho 04, 2009

Três perguntas para Vila-Matas

Três preguntas para Vila-Matas

Daqui

1) Suicidios exemplares foi publicado em 1991, antes de livros como Bartleby e companhia, O mal de Montano, Paris não tem fim. Que Vila-Matas é esse? O que o leitor brasileiro, que conhece suas obras posteriores, pode esperar deste livro?

É um Vila-Matas em estado puro, um livro respeitado até por meus inimigos. Além disso, é um claro precursor de Bartleby e companhia, já que narra histórias de pessoas que se retiram de uma atividade. Também precede Doutor Pasavento [que a Cosac Naify publicará ainda este ano] porque no conto “A arte de desaparecer” se fala, pela primeira vez em minha obra, sobre o tema de recusar-se a publicar, o medo de sofrer a exposição pública como se fosse uma ofensa; uma sensação de desnudar-se e de humilhar-se como se estivesse diante de uma comissão médica militar uniformizada. Escrevi Suicídios exemplares para me indagar sobre minhas relações com a vida e a morte, sobretudo com esta última, já que da janela do sexto andar, onde moro, a possibilidade do vôo se oferecia muito facilmente. Lembro que, enquanto eu escrevia estas histórias – tendo em conta que, geralmente, me identifico sempre com os personagens do livro que estou escrevendo –, sentia um certo temor de provar minhas asas e me matar.

2) No início de um texto de A volta ao dia em oitenta mundos, Cortázar se pergunta: “quem nos resgatará da seriedade?” O suicídio, um tema sombrio por excelência, em Suicídios exemplares é tratado com humor, uma sutil ironia.

Tinha medo que fosse um livro que conduzisse ao suicídio, e temia até mesmo ser acusado judicialmente por incitar as pessoas a tirar a vida com as próprias mãos. Mas aconteceu o contrário. Comecei a receber cartas de leitores que eram suicidas em potencial, e que adiaram a decisão de se matar depois de terem lido o livro e terem caído na risada com algumas das histórias, ou com alguns dos finais dessas histórias.

3) Em Suicídios exemplares, há um forte componente narrativo. Há tramas, histórias envolventes. Borges, no famoso prólogo que escreveu para A invenção de Morel recupera e tenta, a seu modo, driblar a afirmação de Ortega y Gasset: “hoje em dia, dificilmente será possível inventar uma aventura capaz de interessar a nossa sensibilidade superior”. De Suicídios exemplares a livros como Doutor Pasavento, houve mudanças no modo de encarar a trama, a narrativa, a aventura?

Não perco de vista a narração de histórias, a trama. Mas, em meus últimos livros, essas tramas foram invadidas pelo ensaio, pela reflexão. Algo como um “pensamento narrado” ou “ensaios narrados”. Tenho procurado sempre mudar. Me aborrece muito me repetir. Encaro como uma evolução. E conto com leitores fanáticos pela minha primeira fase (Suicídios exemplares, Hijos sin hijos, Extraña forma de vida), às vezes até contrários a minha vertente mais reflexiva (Montano, Pasavento). Em Exploradores del abismo, acho que consegui combinar as duas vertentes. Mas é isso: não gosto de me repetir.
Chris Shaw – há muitos anos o engenheiro de som preferido de Bob Dylan – conta que, ao fim de um show, se aproximou de Dylan e, referindo-se à interpretação de It’s Alright Ma que acabara de ouvir, quis saber se alguma vez o músico tinha voltado a tocar a versão original da música. Dylan o olhou e disse: “Bom, você sabe, um disco não é mais que o registro do que você estava fazendo naquele dia em particular. E ninguém gostaria de viver o mesmo dia uma e outra vez, não?” A anedota não só expõe uma crença artística, mas um modo de vida. E isso me faz pensar não apenas na necessidade que sempre tive de modificar tudo o que se apresenta como original, e também na angústia que sinto como escritor quando alguém me fala sobre uma página, um capítulo ou um livro publicado há anos. Isso acontece frequentemente quando se apresenta um romance em um país estrangeiro e se tem que aparecer em público, como se tivesse acabado de escrevê-lo e, além disso, assinar em baixo de tudo que ali se disse. Escrevemos precisamente pelo motivo contrário, para ir modificando nossos originais. São situações muito incômodas e, em certas ocasiões, beiram o pesadelo quando se vê que o outro se fortalece na crença de que se é o mesmo do que quando, horas ou anos atrás, escreveu aquilo. Escrevo para não viver o mesmo dia outras vezes. Como Dylan é sábio.

Leia aqui abaixo.

Enrique Vila-Matas está entre nós



Eu não conheço os novos escritores, uma pena. Fui ver quem era Enrique Vila- Matas, que está neste livro conosco. Fiquei surpresa pela consistência do autor. Acho que meu sangue vibra nesta hora
(meu avô era espanhol), gosto dos escritores de lá, como Javier Marias. Gosto da língua.

Vejam aqui. Inibe qualquer um. :)

Eu estou ficando encabulada com o time que está a me acompanhar.