sábado, outubro 31, 2009

Amenidades de um sábado qualquer



Leiam aqui.

Ri agora quando vi a confusão que a Cam fez achando que meus filhos eram de Drummond.

Depois fui ao Twitter e ri com este comentátio: @jorai "GENTE!!! imagina a Jane Birkin na UNIBAN". Este @jorai é divertido e inteligente.


Daqui


Uma prima acaba de me ligar. Há anos não nos falávamos, parece que foi ontem. Num momento, depois de contar de todos os mortos nestes anos disse: Ah! Eu vejo a novela do SBT, aquela da mulher do Silvio Santos, estória de Janete Clair- tem cada homem bonito... Bom de se ver.
Esta coisa de beleza está no sangue- é mal de família. Que coisa! Queria ser diferente. Vai ser difícil mudar, já é tarde. Esteta nasce esteta- eu acho.
Ah! ela também me mandou rezar para Santa Rita- lembrei de minha tia que era devota da Santa, todas as vezes em que ouço o Jô Soares falar nela lembro de tia Mira- queria ter fé, não tenho-defeito de fábrica.

Ontem comentei aqui sobre a violência contra a moça de mini vestido. vejam a sua foto. Um absurdo em pleno século XXI uma manifestação daquela- me senti na Idade da Pedra.

A faxineira passou o dia aqui. Fala sem parar, houve um momento em que eu disse: Por favor, esqueçam que eu estou aqui, preciso escrever, me concentrar.
Passam o dia: Mãe, acabou a água. Mãe, cadê o dinheiro da água?
Mãe, posso falar com você? Mãe, a gata fugiu.
Dona Elianne, onde coloco esta comida?
Uauuuu Socorroooooooooooooooooo

Um homem veio consertar a lavadora de roupas. Cem reais- assim na bucha.
Lavei duas vezes roupas na máquina. Três homens em casa sujam muita roupa. Outro dia contei 21 camisetas e 11 bermudas. Também molhei o jardim, escrevi aqui, no Twitter... E tem gente que diz que eu não faço nada! Hoje a moça fez o almoço, mas sou eu quem diz o tamanho da batata, da cenoura, se coloca maionese ou não.
“Todo dia ela faz tudo sempre igual...”

Há pouco vi um trecho de Luis Melodia na TV cantando,( há muito tempo não o via)- Pérola Negra- bateu nostalgia. Vejam o vídeo no youtube. Saudades de Gal cantando, de Caetano, do amor do passado- eu era feliz, será que eu sabia? Às vezes, sim.

Daqui do escritório eu vejo a novela das oito da Globo. Faz favor... Texto péssimo. T.A. está sofrível-lastimável- como diz mamita, que volta de Curitiba na próxima semana.
Até a paisagem- cenário- já está cansando- 'queimou' a tal Petra, vai 'queimar' Búzios.
O ator que faz o gêmeo é bom e percebe-se que está estudando, compondo bem os personagens, Lilia Cabral, não precisa se esforçar, é boa atriz. Bárbara Paz vai ser a revelação, acho. EStá muito bem. Pefeita na moça complicada, neurótica, anoréxica e alcólatra-Ufa!, não é fácil.
Tem uma irmã invejosa que poderá ser uma espécie de "A malvada"- deve ser inspirada em Betty Davis.
E a trilha sonora? Péssima.

Esta noite sonhei de novo que estava saindo de viagem e não estava pronta. Faltavam roupas, dinheiro... Eu, hein?

Chega de amenidades, vou deitar no chão e relaxar. Boa noite ou bom dia para vocês.


Que viva Drummond!





Hoje, 31 de outubro seria aniversário de Carlos Drummond de Andrade. Nunca me esquecerei do dia de seu nascimento, se não fosse por ele eu não teria meus dois filhos. Já contei antes esta história, todos os anos conto, então vou repetir os posts anteriores. Quem já leu, sorry.

Drummond entrou realmente na minha vida ao morrer.

Era agosto, meu inferno astral, mês de mau agouro. A TV notícia a morte de Drummond. Fico triste e confusa, não sei se devo ir ao enterro- detesto estas cerimônias.

Dia cinzento, chuva fina, às nove da manhã a imagem do meu amigo no caixão na capela quase vazia me comove, e resolvo ir ao enterro.

Onze horas, hora do enterro, a capela cada vez mais cheia me sufoca. Saio para a varanda do cemitério São João Batista. Ali um homem alto, olhos azuis, de terno de linho azul claro aguarda, como eu, a saída do corpo. Havia outras pessoas: políticos, artistas, gente do povo.

Pergunto a um homem qualquer se há outra saída para o caixão- vi repórteres correndo.
O homem de terno de linho azul claro diz: "Deixe que vou ver". Volta e de longe faz um gesto com a mão para seguí-lo. Diz: "Venha". Fui.

Algum tempo depois eu esperava meu primeiro filho- dele.

Diz um amiga astróloga que quando morre um escorpião nasce outro, no meu caso nasceram dois geminianos.

Devo a Drummond meus dois lindos meninos, hoje homens.

Mais 'Drummond e eu' aqui.

sexta-feira, outubro 30, 2009

A beleza de Gustavo

Ele é meu amigo e tenho orgulho pelo seu bem querer. É um homem especial.
Filósofo e poeta.
Um amigo dos deuses, podem crer.
Acaba de me avisar que fez para mim este belo poema. Me comoveu.



Cantiga para Laura Diz


quinta-feira, outubro 29th, 2009 | Poemas | Nenhum Comentário


Calma minha amiga,

que o trem não vem só.

Muitas luas dão tristezas,

cada qual com o seu pó.



Gustavo de Castro- aqui o blog dele.

quarta-feira, outubro 28, 2009

Mini conto: Vingativa





Os olhos dele pousaram sobre as minhas mãos. Procuro sempre escondê-las- sempre desejei outras, mais bonitas- dedos longos.

Distraída, enquanto lhe contava da viagem, deixei-as sobre a mesa.

Ele perguntou, me interrompendo, ar curioso:

- E a revista, você contínua escrevendo e tentando entrar?

- Nunca mais a comprei, respondo.

Ele, que sentara à minha frente, curva-se sobre a mesa sorrindo e as toca dizendo:

“Descobri que é vingativa.”

Recolhi as mãos num gesto rápido e confirmei.

“Cuidado comigo”.

Agora ele acredita.

segunda-feira, outubro 26, 2009

domingo, outubro 25, 2009

Olha o PPRangel aqui



Ele me deixou este comentário hoje, fiquei feliz, obvio.



Anônimo PPRangel disse...

Laura querida, veja como abandonei mesmo o blog da SOPPA: só ontem li a gentil mensagem que vc deixou em julho(!) sobre Som & Fúria lá. Obrigado por suas palavras generosas. Também nós, atores e equipe, adoramos participar daquele trabalho e estamos torcendo para que haja uma nova temporada. Vc continua no Rio? Quando será que nos encontraremos de novo pelas calçadas de Ipanema?
Sorte, saúde e beijos para vc!



Algumas pessoas conhecidas me dizem que eu gosto dos famosos, eles não gostam. Estão equivocados, eu gosto de gente que tem talento, conteúdo e que eu admiro. Está cheio de famoso por ai que eu nem ligo. Querem exemplos? Eu cruzei com Carlinhos Lira, Ferreira Gullar, M Colassanti e marido, Jaguar, Fernando Sabino e muitos outros durante anos, nunca quis me aproximar. Por que? Porque não são pessoas que eu desejei chegar perto, não têm algo que me toque, apesar de célebres e que muitos admiram. Zezé M. era minha vizinha... Mario Carneiro eu descobri alguns prédios depois do meu, tarde, mudou-se logo depois para Copa, este eu gostaria de ter chegado perto- mas tinha uma mulher...
Pedro Paulo eu sempre gostei desde a primeira peça que vi com ele, acho que foi: “O despertar da primavera” no início de 70. Ou já o conhecia da TV, não lembro- eu via muito menos TV naquela época- como sempre fui chata e seletiva... Bom...
Eu o encontrei por acaso em Ipanema, no prédio onde era meu consultório, entrei para falar com conhecidos e nos esbarramos. Eu disse: Sou a Laura do blog... Ele foi super amoroso comigo, fez uma festa. Estava comprando presentes de Natal- era véspera de festas natalinas- 2007.
Conhece o blog dele?

Pois é, o mundo virtual nos dá presentes. Estes dias recebi mais um, depois eu conto.

sábado, outubro 24, 2009

Teste sua memória visual


Faça este teste e divirta-se.

Van Gogh

"Noite Estrelada" - Vincent Van Gogh
"Noite Estrelada" - Vincent Van Gogh


"Van Gogh não morreu devido a uma condição delirante, e sim por haver chegado a ser corporalmente o campo de ação de um problema em cujo redor se debate, desde suas origens, o espírito iníquo desta humanidade, o predomínio da carne sobre o espírito, o do corpo sobre a carne, do espírito sobre um ou sobre outra. Onde está, neste delírio, o lugar do eu humano?

"Van Gogh buscou seu espaço durante toda sua vida, com energia e determinação excepcionais. E não se suicidou em um ataque de loucura, pela angústia de não chegar a encontrá-lo, ao contrário, acabara de encontrar-se, de descobrir que era quem realmente era, quando a consciência geral da sociedade, para castiga-lo por haver se apartado dela, o suicidou.

"Isto aconteceu como acontece habitualmente, como uma bacanal, uma missa, uma absolvição, ou qualquer outro rito de consagração, de possessão, de sucubação ou de incubação."

Daqui.

sexta-feira, outubro 23, 2009

Um barato!



Uma escada musical. Delícia.

Drummond e eu- Arquivo




Desde o início do blog venho lembrando o Drummond, o Carlos, tenho muito cuidado ao falar de Drummond, é uma pessoa muito especial.

Eu e Drummond nos cruzávamos nas ruas de Ipanema. Ele em direção à rua Barão de Jaguaribe, eu em direção à Rua Visconde de Pirajá. Durante anos nos cruzamos. Eu dizia: “Boa tarde, poeta” e seguia. Ele olhava timidamente e respondia. Nossos horários coincidiam- lá pelas três da tarde (engraçado, é o titulo de um conto do Raduan). Drummond, depois me contou que ia visitar uma pessoa, que ele namorava há 30 anos. Dizia gaiato: Se você somar os anos de namoro e de casamento dá mais de 80 anos, minha idade.

Em 1982 a imprensa festejou seus 80 anos. Pensei em escrever uma carta e lhe entregar, mas um dia- nestes meus rompantes- eu o parei e disse que queria cumprimentá-lo pelo aniversário. Ele disse qualquer coisa que não lembro- tipo: eu não mereço. Ele costumava dizer estas coisas-dei um abraço e segui cheia de ansiedade em direção ao meu consultório- o pior é segurar a ansiedade sem poder falar com ninguém até encontrar um amigo, não é?
Lembram da piada do cara que está numa ilha deserta com a Sharon Stone? Para os clientes não podia contar.

Continuei mais dois anos, eu acho, só o cumprimentando, até que um dia eu estava mostrando meus desenhos para Creuza- uma atriz que tinha um restaurante de comida caseira na rua Barão da Torre. Lembro que comprou uma aquarela de uma fatia de melância- nunca mais repeti o desenho. Drummond passou, lá pelas 6 da tarde, eu o chamei e disse que queria lhe dar um desenho. Ele olhava e dizia: "Não posso aceitar, são muito lindos. Você poderia fazer ilustração de meus poemas eróticos...”. Argumentei dizendo que ficaria ofendida se ele não aceitasse, que era um prazer lhe dar um de presente... Aceitou, pegou meu endereço e telefone e saiu apressado-mais apressado que ele só o Chico Buarque- este eu não tive a ousadia de parar, nunca, never. O que faria com Chico na frente? Ficaria deslumbrada e infartava!

Dez dias depois recebo pelo correio o poema “O que se passa na cama é segredo de quem ama”. Lindo poema erótico. Fiquei sem saber o que fazer, liguei ansiosa para meu amigo Chico que disse: ”Ligue para ele”. Perguntei ao poeta se o poema era para eu ilustrar ou era simplesmente um presente, respondeu que era um presente, mas que se eu quisesse poderia ilustrar.

Aqui começou uma bela amizade. Eu não ilustrei seus poemas. Ele dizia: “Não vou publicar senão dirão que sou um velhinho tarado”. Tarado não sei, mas sacana era. Drummond me constrangia no telefone, fazia perguntas íntimas cabeludas, eu não queria responder, ele retrucava: “Mas você não é psicanalista?...”
Para não entrar em detalhes, conto uma historinha que ilustra bem isto.

Um dia o encontrei com a filha na rua Farme de Amoedo, em frente à loja Forma que vende móveis importados. Após as apresentações, ele disse: "Minha filha, a Elianne é psicanalista. Elianne me diga o que significa comprar cadeira?" Eu respondi: “Deixe de brincar, Drummond...” Ele, rapidamente emenda: “Comprar cadeira para ficar ereto”.
Uma outra vez me telefona e diz que fez uma crônica para mim, que a personagem da crônica mora numa cobertura, aí diz: ” Você sabe o que é cobertura? É o que os machos fazem com as fêmeas no cio”. Assim era o Drummond que eu conheci com mais de 80 anos, imaginem antes como não seria? Quando comecei a escrever sobre ele aqui hoje, escrevi que nos cruzávamos pelas ruas, fiz de propósito lembrando dele.

Ele me confessou que sentia desejo por mim, apenas o corpo não respondia mais, e disse uma coisa que me faz muito feliz, afinal ele tinha mais de 80 anos: “Você foi um sangue novo em minhas veias”.
Drummond é mais um dos meus casos impossíveis, a diferença de idade era muito grande e eu não o via como objeto de amor.
A vida me deu vários casos impossíveis, o maior talvez o Jean Guillaume, mas é outra história, outro caso.
Devo ter sido uma amante terrível na outra encarnação, vim pagar os pecados, desejando e sendo desejada por homens impossíveis. Grandes e complicados amores. O pior é que não acredito em reencarnação...

Por hoje chega, outro dia continuo a contar minhas histórias com Carlos Drummond de Andrade.

Mais historinhas aqui e aqui

O poema que ele me mandou:


O que se passa na cama


(O que se passa na cama
é segredo de quem ama.)

É segredo de quem ama
não conhecer pela rama
gozo que seja profundo,
elaborado na terra
e tão fora deste mundo
que o corpo, encontrando o corpo
e por ele navegando,
atinge a paz de outro horto,
noutro mundo: paz de morto,
nirvana, sono do pênis.

Ai, cama canção de cuna,
dorme, menina, nanana,
dorme onça suçuarana,
dorme cândida vagina,
dorme a última sirena
ou a penúltima… O pênis
dorme, puma, americana
fera exausta. Dorme, fulva
grinalda de tua vulva.
E silenciem os que amam,
entre lençol e cortina
ainda úmidos de sêmen,
estes segredos de cama.


Faz bem para a alma, não faz?

"Cadê meu amor que o vento levou?"




No último programa da série
"A Música Segundo Tom Jobim",
dirigida por Nelson Pereira dos Santos para a TV Manchete em 1984,
Tom mostrou esta canção ainda inacabada-
"Passarim"

Esta letra é de doer.
Emociona ver Tom, lindo, como sempre.
Estas pessoas em volta tiveram o privilégio de vê-lo em cena tão bonita.


Passarim
Tom Jobim

Composição: Antonio Carlos Jobim / Paulo Jobim

Passarim quis pousar, não deu, voou
Porque o tiro partiu mas não pegou
Passarinho, me conta, então me diz:
Por que que eu também não fui feliz?
Me diz o que eu faço da paixão?
Que me devora o coração..
Que me devora o coração..
Que me maltrata o coração..
Que me maltrata o coração..

E o mato que é bom, o fogo queimou
Cadê o fogo? A água apagou
E cadê a água? O boi bebeu
Cadê o amor? O gato comeu
E a cinza se espalhou
E a chuva carregou
Cadê meu amor que o vento levou?
(Passarim quis pousar, não deu, voou)

Passarim quis pousar, não deu, voou
Porque o tiro feriu mas não matou
Passarinho, me conta, então me diz:
Por que que eu também não fui feliz?
Cadê meu amor, minha canção?
Que me alegrava o coração..
Que me alegrava o coração..
Que iluminava o coração..
Que iluminava a escuridão..

Cadê meu caminho? A água levou
Cadê meu rastro? A chuva apagou
E a minha casa? O rio carregou
E o meu amor me abandonou
Voou, voou, voou
Voou, voou, voou
E passou o tempo e o vento levou

Passarim quis pousar, não deu, voou
Porque o tiro feriu mas não matou
Passarinho, me conta então, me diz:
Por que que eu também não fui feliz?
Cadê meu amor, minha canção?
Que me alegrava o coração..
Que me alegrava o coração..
Que iluminava o coração..
Que iluminava a escuridão..
E a luz da manhã? O dia queimou
Cadê o dia? Envelheceu
E a tarde caiu e o sol morreu
E de repente escureceu
E a lua, então, brilhou
Depois sumiu no breu
E ficou tão frio que amanheceu
(Passarim quis pousar, não deu, voou)
Passarim quis pousar não deu
Voou, voou, voou, voou, voou


Cadê o amor que Deus me deu?
O vento levou...

quinta-feira, outubro 22, 2009

120º aniversário da torre mais famosa do mundo



Torre Eiffel recebe iluminação especial nas cores da bandeira francesa em comemoração ao seu 120º aniversário, em Paris (França)

Eu pensei qu enão me impressionaria com a Torre Eiffel, mas ela é emocionante, é tão grandiosa que causa um impacto na gente.

Gatos e homens



Eu e o mestre de obras

O mestre de obras veio aqui fazer reparos. Seinfeld, o gato, correu em direção à casa do vizinho da frente.
Eu: Ele só quer ficar lá depois que a gatinha sumiu, também por causa de uma gata vira-latas que tem por aqui à noite.
Ele: Por que não levam a gata de rua?
Eu: Pra onde?
Ele: Pra longe, pra matar...
Eu: Mas é maldade...
...
Ele: Não foi isto que disseram para a Sra. "Gato bom é gato morto"?*
...

*Eu ainda não esqueci este e-mail. Penso que podem ter matado a gatinha Florzinha, era mais ousada.

O vizinho da frente disse que não se incomoda com o Seinfeld, nem o vê. Agora ele está fora, ficará um ano estudando não sei onde. O gato adora dormir na varanda dele- é mais fresca que a nossa de tarde, suponho, o sol bate direto aqui.

Uma hora vou de novo atrás de Justiça. Este sujeito me feriu muito e diz coisas que eu não sei onde ele ouviu. Não falo com vizinhos homens, falei uma vez na piscina, ou foi ele, ou é coisa de alguma esposa(aqui são todos esposos e esposas)- uma destas com quem conversava na piscina. Nunca mais consegui ir até lá. Estou sem vontade nenhuma de ver esta gente. Vontade de sair daqui.

Ontem uma pessoa me disse: "Descobri que qualidade de vida não é natureza. É gente. Hoje eu busco a qualidade de gente. Não vivo sem isso".
É isto ai... :(

"O demônio não é o traficante de droga"



Contardo Calligaris- "Charmes do celibato"- Leia aqui e discuta.


Angela Ro Ro para Marília Gabriela:

"Eu não deixei (de ser louca). Loucura é criatividade, ousadia, questionamento. Deixei de ser alcoólatra, 'toxicômana' e tabagista de plantão. Foram 56 kg que eu perdi. Estou mais sadia, mas a loucura me orienta."
Mais aqui.


Uma boa entrevista aqui sobre a estratégia ao enfrentar a violência nos morros do Rio de Janeiro.
Ele tem razão é preciso reprimir o tráfico de armas. "O demônio da vez é o traficante de armas".

E, cá entre nós, todos sabemos que por trás tem peixões.
Gente com costas largas.






Um história triste. No início pensamos que fosse piada de mau gosto, mas foi real. Ela se matou e se despediu do ex marido no Twitter!
Que tempos são estes? Leia aqui.

quarta-feira, outubro 21, 2009

Alguém quer tomar um café comigo?


Mais fotos aqui

Ontem recebi este e-mail e fiquei super feliz. Havia enviado para minha amiga francesa um PPS com fotos da Normândia em 1944 e agora. Ela respondeu:

O mais impressionnante querida è que veja bem:
A segunda photo, a casa que foi liberada pelos canadienses (razao da bandeira): Conheco muito bem, porque a casa da minha melhor amiga esta nesta aldeia, perto do mar.
Se chama : BERNIERES SUR MER no departamento do CALVADOS
Esse ano fizeram grandes festas de comemoraçao, estava muito emocionante...

Esta casa e a paria aparecem umas outras vezes, olha bem...
Là vai sua amiga Syl e là ia ela criança, passar ferias com a sua amiga de infancia

Incrivel !!
Vou mandar para ela !!


Estas emoções que a internet nos dá são emocionantes. Syl vai repassar para a amiga de infância ... e assim segue a vida nos dando estes pequenos presentes.

A vida aqui na terrinha está difícil, fiquei sem carro alguns dias, moro num lugar de difícil acesso via tranporte coletivo- qu eé péssimopor estas bandas.
Hoje preciso fazer cálculos e ginástica para pagar contas, inclusive o conserto do carro.
Ufa!

Bom que a Syl escreveu; bom que o amigo querido lembrou de mim ao ver Paris; bom que Cesário, amigo da vida toda, achou a foto linda e disse coisas amorosas; bom que o príncipe respondeu super amoroso; bom que o C tem sido super gentil- até divertido; bom que o R. me aguarda para uma visita à São Paulo; bom que começo uma nova amizade virtual, uma moça gente fina; bom que os clientes reconhecem nosso trabalho; bom que meus filhos e sobrinho estão cada dia mais presentes na casa...
Porque ali fora... a aridez continua.

Sonhei hoje que havia um homem que me desejava e era uma possibilidade. Acordei. Era sonho.

Alguém quer tomar um café comigo aqui?

E estou zonza hoje, deve ser o calor, que chegou bombando.

As 10 mais segundo a VIP

Grazi Massafera faz ensaio para a 'VIP' Foto: Divulgação
Grazi Massafera faz ensaio para a 'VIP'

Acho interessante a vida desta moça. Sei pouco, mas lembro dela no BBB- ingênua, interiorana... Saiu de lá, virou atriz e agora é celebridade. Namora outro famoso.
Leiam mais aqui.

Está cheio de moças lindas por este Brasil afora- esta teve sorte e soube aproveitar. Tomara que se dê bem na vida.

Confira a lista das 10 mais sexy(ou 'sexies'?):

Grazi Massafera
Juliana Paes
Scarlett Johnson
Ana Hickmann
Sandy
Claudia Leite
Emma Watson
Iris Stefanelli
Ivete Sangalo
Anahí

domingo, outubro 18, 2009

Arraial do Cabo



Daqui

Sonhando com Paris




Sonhei que embarcava para Paris e me dava conta de que não havia colocado muitas coisas na mala. Voltava para casa para pegar meias, botas... ( no sonho eu estava com elas, lembro bem de uma cena em que me abaixava para fechar um ziper na calça preta de boca estreita). Tenho saudades de usar uma calça comprida- aqui não uso nunca.
Quando eu esperava neus filhos tinha um sonho semelhante, eu estava angustiada porque precisava ir parir e não estava com as roupinhas todas em dia- e eu arrumei minha mala bem antes do parto- era pura insegurança. Às vezes penso que fui só para Paris, falando mala língua, nunca havia saído do Brasil e circulei só por tudo- fui corajosa- agora de longe volto a ter receios. Algumas vezes me confundi no metrô, mas nunca tive medo. Encarava com humor. Não tive medo lá- não senti perigo no ar. Aqui tenho mais medo.

by Willy Ronis/Place Vendôme, 1947


O sonho era angustiante, eu 'sabia' que poderia perder o voo.

Este sonho foi antes das personagens da novela no avião.

Tenho muitas saudades. Vejo a cidade e tento lembrar mais, posso 'ver' ainda as ruas por onde passava de ônibus, a Opéra...mas vão diluindo(fading). Não lembro do nome da estação do metrô, estas coisas*. Hoje amanheci tentando lembrar de Gare Saint-Lazare- onde eu passava todos os dias. A rue de Rome, o nome da loja Tati, onde compra-se roupa baratíssima. O Mercado das pulgas...

A Place Vêndome, chiquérrima:
Torta porque tirei de um ônibus em movimento- aqueles de dois andares.

Preciso voltar a sonhar- ando sem sonho algum- Paris é um bom começo.

sábado, outubro 17, 2009

Perda irreparável: Incêndio destrói acervo de Oiticica

Um incêndio destruiu ontem a acervo de Hélio Oiticica estimado em cerca de trezentos milhões de reais: leiam mais aqui. E este post de alguém que conhece a família.

Do arquivo do Caminhar-2006:












Cosmococa



















Paulo Kuczynski expõe dez "Parangolés" de 1979; Nara Roesler remonta as experiências de "Penetrável" e "Cosmococa' "Parangolés" foram usados em festival no Recife; "Cosmococa CC4 Nocagions" foi montada somente uma vez, no Rio de Janeiro."





















Aqui tem mais sobre Hélio.

Chocam estas imagens, não é?

Eu fui morar no Rio em 70, ia a TODAS as exposições que aconteciam. Era meu programa preferido, algumas galerias convidavam, recebia convites, outras eu simplesmente ia com amigos queridos- Carlinhos, principalmente- e encontrava muitos amigos, artistas conhecidos, era uma festa.

Vi uma expo de Hélio no início de 70, acho que foi na Cultura Inglesa de Copacabana, eu era muito jovem, não entendia nada daqueles panos, cabanas, sacos de areia, mas foi tudo isto que me fez mais aberta e ter olhos melhores, menos preconceituosos, eu acho. Era uma galera muito doida, todos cabeludos, imaginem , era 70.

Neville d'Almeida, que mais tarde conheci ( é amicíssimo do meu ex, sempre muito amoroso comigo e meus filhos) era o parceiro de Hélio em várias peças.
Aqui sobre Cosmococa.

"Galerias investem em Hélio Oiticica
Leia aqui na Folha.

Paulo Kuczynski expõe dez "Parangolés" de 1979; Nara Roesler remonta as experiências de "Penetrável" e "Cosmococa'

"Parangolés" foram usados em festival no Recife; "Cosmococa CC4 Nocagions" foi montada somente uma vez, no Rio de Janeiro."


sexta-feira, outubro 16, 2009

Vida longa para Fernanda Montenegro!

Uma família admirável: Fernando, Fernanda, Fernandinha e Cláudio, década de 60.

Há 80 anos nascia nossa Dama do teatro.

quinta-feira, outubro 15, 2009

Bonecas lançadas ao mar



Sonhei que beijava um homem chamado David- era clarinho,tipo europeu. Havia outras pessoas perto, estávamos juntos, mas não era namoro.

Sonhei que olhava a praia de Cabo Frio e estava muito suja, cheia de lixo- lembrei de Ipanema quando a maré está alta, praia cheia... Digo para alguém: "Esta praia era tão linda, transparente, via-se os peixinhos na água". E me emocionava às lágrimas.
Na água, à beira mar, vi bonecas daquelas russas- uma dentro da outra espalhadas. Outro dia achei uma foto de bonecas que me impressionou.



Daqui.



Vou fazer a louvação...







“Precisava te responder, telefonar, mas ando sem vontade de nada. O que você escreveu é muito bonito, é uma louvação à vida”.
Pois é, eu ouvi isto há pouco. Escrevi uma carta falando da sua importância para mim, do afeto- nem lembro bem. E estou aqui lutando contra minha sombra- como ele mesmo disse.
Se cuide, (não morra), quero te ver quando estiver ai de novo". Eu disse isto outras vezes para outro amor. "Você também, menina." Os dois se confundem agora em mim. Para os dois sou, era, "menina". "Também envelheço, não é privilégio seu", respondo. "Mas você é uma adolescente...".
O outro virou lembrança, está em mim, marcado a ferro e fogo.

Tks, Chico Buarque por "Tatuagem",
por "Pedaço de mim".

E amanheci com esta música no radinho subjetivo: "Vou fazer a louvação".
Amém!

terça-feira, outubro 13, 2009

Uma boa lembrança



Eu, meu ex e Luc. Foto de minha amiga Syl, a parisiense, numa Polaoid. Achava fantático ver as fotos nascendo.
Saudades daquele tempo- curto- mas feliz.
C'est la vie, ma chérie... je sais. :)

segunda-feira, outubro 12, 2009

domingo, outubro 11, 2009

Crianças

Daqui





Infância- uma lembrança



Eu, de vestido xadrez, minha irmã e primos, em Curitiba- na Chácara de um tio- tio Nésio- Genésio Moreschi- um cara que me deu alegrias na infância, gostava muito dele.

A invenção do Twitter




29 de agosto de 2009


Nas páginas do Le Matin, no princípio do século 20, o francês Félix Fénéon escrevia histórias em três linhas

O imaginário do Twitter – rede social em que os usuários podem, a todo momento, enviar mensagens de 140 caracteres, no máximo, para seus seguidores – não é nada novo. Tal imaginário, de início, aparece ligado a uma série de questões que acabam relacionando a escrita com a métrica, o limite, a medida. De qualquer modo, o acúmulo de opiniões que veem no Twitter qualquer coisa como o apanágio da superficialidade, segundo enunciados e valores sempre discutíveis – como o de que não existe interesse na própria superficialidade, inclusive –, deve apagar uma história.

O crítico Félix Fénéon, interlocutor de escritores como Paul Valéry e André Gide, mas também de pintores mais radicais do século 19, como os divisionistas – depois mais conhecidos como pontilhistas, também –, acusado de pequenos ataques realizados em cafés mais burgueses de Paris, encarna aquilo que Michel Foucault chama, mais de 50 anos depois, de jornalista extremo, radical. Félix Fénéon, a partir de 1906, dentre outras atividades, mantém uma coluna de fait-divers no periódico francês Le Matin – o espaço mais baixo de um jornal, digamos (e talvez também o mais literário) –, e sua coluna recebe o título sugestivo de Nouvelles en trois lignes.

Existe uma ambiguidade, e devo começar com ela – talvez até um paradoxo. O significante nouvelle – que, para o português, pode ser traduzido por “notícia” ou “novela” mesmo (é possível encontrar as duas referências) –, já sugere uma dúvida sobre o que é ficcional ou não. De fato, o estatuto discursivo da notícia, dentro da expectativa de uma representação ou de um efeito de representação, faz oposição direta ao que entendemos por novela, gênero ficcional. Na medida em que os dois dispositivos se aproximam, então, torna-se difícil saber de que posição o texto é escrito. “Uma louca na cidade de Puéchabon, a sra. Bautiol, née Hérail, acordou seus sogros a golpes de marreta”, escreve Félix Fénéon em sua coluna. Ou ainda: “Foi no boliche que a apoplexia derrubou o sr. André, 75 anos, de Levallois. Jogou uma bola que ainda rolava quando ele deixou de existir.” O que existe de recurso ficcional nos fragmentos de Fénéon, a princípio, está ligado com a velocidade de seu texto. É como se a medida sugerisse um estilo de escrita – ou talvez se trate mesmo de uma imposição. Mas o humor que surge diretamente da brevidade, por outro lado, se relaciona de modo definitivo com o caráter noticioso da cena. Quer dizer, de algum modo acreditamos que a cena descrita aconteceu. Enfim, tudo se relaciona de modo muito controverso com qualquer coisa que se entenda por representação.

Depois, existe uma extrema unidade de escrita nestes fragmentos de Félix Fénéon – aquela mesma unidade que confere ao hai-cai um aspecto clássico, fechado. A rigor, é o que nos permite ler tais fragmentos depois de cem anos e sem nenhum sentimento de perda. E nisso podemos afirmar que o caráter noticioso da cena é também uma espécie de fraude, é falso. Enfim, o texto não aparece dependente de qualquer elemento exterior a ele. Não há nenhuma notícia, afinal.

Na introdução de seu belo ensaio sobre Picasso, em que procura retirar o artista de um lugar sacralizado do modernismo para recolocá-lo no campo da mercadoria – leia-se: no baixo –, a crítica norte-americana Rosalind Krauss, justamente, utiliza como ponto de partida os textos de Félix Fénéon. Para Krauss, além da velocidade – e vale dizer que, salvo engano, nenhum fragmento do escritor ultrapassa os 140 caracteres permitidos no Twitter –, há um traço nestes fragmentos que interessa como contraleitura da improvável transparência modernista, a saber: uma opacidade narrativa, a perda do comentário – enfim, certa traição do processo comunicativo mesmo.

A escritora argentina Pola Oloixorac, em uma interessante reflexão sobre o papel do Twitter em países com regime de censura, como Irã e China, sugere que a grandeza do site está ligada com uma pergunta inerentemente política: o que você está fazendo? Por outro lado, um dos interesses do Twitter está na possibilidade de criar perfis falsos, seja de famosos ou de anônimos. O limite entre o que se verifica ou não se verifica fora do Twitter está sempre movediço. Também não é pequena a disseminação de informações falsas que aparecem para confundir os leitores mais ingênuos, digamos. Do ponto de vista político – seja de uma política da escrita ou da informação mesmo – se trata de uma das mídias mais versáteis que a internet foi capaz de criar.

É verdade que cada usuário utiliza o Twitter do modo como considera mais válido, oportuno, mas existe uma indecisão que parece cada vez mais difícil de negar, a saber: onde começa a ficção? – onde termina? Ao mesmo tempo, estas perguntas, a meu ver, são espécies de armadilhas inúteis.

O leitor e o usuário que se colocam nesta posição de dúvida acabam entrando em um labirinto sem saída. Gosto de pensar, afinal, que se trata somente de uma literatura imprestável. Entrar para a rede do Twitter requer o abandono mesmo da dicotomia que separa notícia e novela.

* Ensaísta, mestrando em Literatura pela UFSC e autor das narrativas de piano e flauta – fragmentos de um romance (Lumme Editor, SP, 2007)

DAQUI. POR VICTOR DA ROSA *

Dica de Marcelo Coelho

sábado, outubro 10, 2009

Marge Simpson




Ulalá. Achei legal a brincadeira. As moças,virtuais capas,devem ter ficado p da vida hihihi

Veja a notícia aqui

Wagner- uma saudade



O Wagner era nosso amigo. Frequentei o atelier dele durante anos. Ria muito com ele, que era divertidíssimo. Imitava Marc Berkowitz- crítico de arte- com perfeição nos levando às lágrimas de tanto riso. O espaço era numa vila ao lado do Teatro Ipanema, na rua Prudente de Moraes.

Lá conheci muita gente interessante como: Flamarion- músico que tocou anos com Hermeto Pascoal- e artista plástico, (ex marido da francesa, minha amiga, que me hostedou há um ano lá em Paris) e vi por lá Elke Maravilha, Torquato Neto (vivia caído, drogado-muito triste), Bia Vasconcellos, (que vivia em Paris), Hélio Oiticica e muitos outros. Wagner trabalhava em couro, fazia roupas e sandálias.

Domingo era dia de feira Hippie e lá íamos nós visitar o Wagner. Tenho saudades. Morreu num sítio perto do Rio, onde foi viver para fugir da cidade grande- foi assassinado por bandidos que entraram para roubar- ironia da vida.

Já disse para vocês que eu era tímida, não me aproximava das pessoas, apenas olhava de longe.
O Wagner era diferente, era muito querido, uma pena ter morrido daquela forma e jovem ainda.

Mais aqui e aqui.

sexta-feira, outubro 09, 2009

A grande família



Ontem, na hora de sair, me olhei no espelho e odiei meu cabelo. Fui direto cortar- ficou ótimo.
Só gosto de mim de cabelo bem curtinho.
Ai, fui à cafeteria encontrar uma amiga e encontrei a Jo, amiga querida- aquela do acidente, que ficou muito mal. Está bem melhor, acho que nunca ficará 100%, terá sequelas, mas está subindo até escadas.
Foi bom.

Esta noite tive um sonho que foi uma sacanagem... sabe quando o sonho cola e você gostaria de esquecer? Mas não foi sacanagem no bom sentido :) Terei que fazer fluir todas as associações para me livrar dele.

Meu filho lá em cima ouvindo:
"Peço, mas você não vem..."
É "Samba de Verão", música deliciosa.
Eles ouvem boas músicas, desde Ozzy até Nana Caymmi. Há pouco tocava Chico. Um deles toca guitarra, o outro está exercitando no violão, o sobrinho canta que é uma beleza, tem linda voz. Acho que deveriam fazer uma banda- o Luc, da guitarra, já está num grupo, mas tocam só rock da pesada.

A conexão está péssima, não sei o que é, cai toda hora, tipo de 20' em 20'- ninguém merece.
Hoje li que a novela das seis teve boa audiência, realmente é uma hora em que as pessoas chegam em casa, ou aquelas que ficam em casa o dia todo e veem qualquer coisa- se passasse depois das dez horas, eu queria ver se teria boa audiência.

"A grande família" ontem com tema que eu adoro- psicanálise- muito divertido e inteligente, sem chavões, trouxeram o tema da transferência. Eles são excelentes, desde quem escreve até o contra-regra. Adoro.
Veja aqui o capítulo de ontem.

quarta-feira, outubro 07, 2009

Buemba! Copa 2014, Rio 2016... vamos enforcar 2015!



Ótima esta: Copa 2014, Rio 2016... vamos enforcar 2015!
Adoro o Zé Simão. Vida longa para ele!

É primavera




A lua despertou-me na madrugada.

Voltei a dormir sem devaneios.

As manhãs são doídas e quentes.

As tardes- hiatos- compassos de espera para as frescas noites da primavera.

Onde há esperança?

Há um ano...



Hoje eu li isto aqui:

"Un giorno la paura bussò alla porta, il coraggio si alzò e andò ad aprire e vide che non c'era nessuno". Goethe.

"Um dia, o medo bateu à porta, levantou-se a coragem e foi abri-la. Viu que não havia ninguém".

Eu traduzi, logo... pode estar com erros.

Pois é, está no site de uma amiga que vive na Itália há muitos anos, nos encontramos em Paris, foi uma delícia. Se você entende italiano dê uma lida, nunca estudei, mas entendi. Ela disse que estão fazendo sucesso na Itália. A frase de Goethe está no segundo vídeo, onde o Corrado fala sobre oportunidades.


Lembrei que fez um ano que estive em Lisboa. Tantas boas lembranças, tanta saudades...
Tive dias de princesa lá. Quero voltar.



O príncipe me enviou um e-mail tão querido... se pudesse mostraria aqui, mas não posso.

terça-feira, outubro 06, 2009

Que tal esta gincana virtual?






Blog Gincana




Não foi difícil escolher os melhores blogs, até porque ele é o maior blogueiro que conheço.

Descobri este blog estes dias.


by Sára Saudková



E este outro:
http://20.media.tumblr.com/tumblr_kozslrrcOd1qznthto1_400.jpg


Que são da mesma pessoa que faz este outro:


É do Eduardo dos varais, das cadeiras, das fotos de arte- um cara ligado em cultura e gente finíssima.
Parabéns Eduardo.